MILÃO, ITÁLIA - As Olimpíadas de Inverno de 2026 em Milão estão em andamento, marcadas tanto por conquistas atléticas quanto por comentários sociais. Enquanto os atletas dos EUA competem por ouro, incluindo o patinador de velocidade Connor McDermott-Mostowy, que está fazendo sua estreia olímpica, os jogos também estão destacando questões de direitos LGBTQ e tensões políticas em casa. Os jogos também viram o retorno da esquiadora veterana Lindsey Vonn, que tentou competir apesar de uma lesão recente.
Vonn, 41 anos, saiu da aposentadoria para buscar um segundo ouro olímpico, de acordo com a Sky News. Apesar de romper o ligamento cruzado anterior (LCA) no joelho esquerdo apenas nove dias antes do evento, Vonn estava determinada a competir, afirmando: "Enquanto houver uma chance, eu tentarei." No entanto, sua performance foi interrompida quando ela sofreu uma queda na prova de esqui alpino.
Enquanto isso, os atletas dos EUA têm sido vocais sobre questões além das pistas e do gelo. Em uma coletiva de imprensa, os esquiadores dos EUA foram questionados sobre a turbulência nos Estados Unidos, incluindo a detenção de imigrantes por agentes do ICE e confrontos com manifestantes, de acordo com a NPR News. Muitos atletas expressaram preocupação.
Adicionando à narrativa social, os jogos apresentam um número recorde de atletas LGBTQ assumidos, com mais de 40 competindo, de acordo com Outsports e NPR News. McDermott-Mostowy está entre aqueles que estão fazendo sua estreia olímpica.
Em outras notícias, o documentário "Melania" teve uma queda significativa em seu segundo fim de semana nas bilheterias, de acordo com a TechCrunch. O filme, que a Amazon gastou US$ 40 milhões para adquirir e US$ 35 milhões para comercializar, arrecadou um estimado de US$ 2,37 milhões em seu segundo fim de semana, uma queda de 67% em relação à estreia. A receita total do filme é de US$ 13,5 milhões, tornando improvável que ele se pague nos cinemas.
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