O Departamento do Trabalho ordenou que seus advogados cessassem o envolvimento com a American Bar Association (ABA), citando preocupações sobre o suposto ativismo liberal da organização, enquanto o magnata pró-democracia de Hong Kong, Jimmy Lai, foi condenado a 20 anos de prisão sob a lei de segurança nacional da cidade. Além disso, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer enfrentou uma crise por uma nomeação ligada a Epstein, e uma operação federal em uma pequena cidade de Idaho interrompeu as relações comunitárias. O Washington Post também cancelou uma campanha de marketing depois que um slogan semelhante foi usado pela MSNBC.
De acordo com a Fox News, o principal advogado do Departamento do Trabalho, Jonathan Berry, instruiu a equipe a parar de usar fundos dos contribuintes para eventos da ABA, alegando que a participação amplificaria a influência da organização. Essa decisão foi tomada porque o departamento acreditava que a ABA se envolvia em ativismo liberal. O presidente da Judicial Watch, Tom Fitton, abordou a situação na Fox News, apoiando as ações do Departamento do Trabalho.
Em Hong Kong, Jimmy Lai, um proeminente magnata da mídia pró-democracia, recebeu uma sentença de 20 anos de prisão por conluio com forças estrangeiras sob a lei de segurança nacional, conforme relatado pela BBC. Essa sentença é a punição mais severa sob a lei, que a China impôs após protestos generalizados em 2019. Grupos de direitos humanos criticaram a sentença, chamando-a de "sentença de morte" para o homem de 78 anos. O líder de Hong Kong, no entanto, expressou satisfação com o resultado.
Enquanto isso, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer enfrentou pressão crescente e renúncias dentro do Partido Trabalhista devido à sua nomeação de Peter Mandelson como embaixador da Grã-Bretanha em Washington, que teria ligações com Jeffrey Epstein, conforme relatado pela Fox News. Essa situação levou a uma crise séria para Starmer, com o escrutínio aumentando antes de uma reunião crítica dos membros do Parlamento.
Em Wilder, Idaho, uma operação federal em outubro minou o senso de segurança na cidade, de acordo com o New York Times. A operação teve como alvo uma pista de corrida de cavalos local, interrompendo a harmonia estabelecida na comunidade entre os agricultores brancos e a crescente população hispânica.
Além disso, o The Washington Post havia planejado uma campanha de marketing com o slogan "Nós, o Povo", mas a cancelou depois que a MSNBC usou a mesma ideia, de acordo com a Fox News.
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