As ações japonesas dispararam para um recorde histórico na segunda-feira, após a histórica vitória eleitoral do Partido Liberal Democrático (LDP) da Primeira-Ministra Sanae Takaichi, enquanto a UE disse à Meta para permitir chatbots de IA rivais no WhatsApp, e os palestinos condenaram novas medidas israelenses na Cisjordânia. O LDP garantiu 316 dos 465 assentos na eleição de domingo, e a UE acusou a Meta de violar suas regras ao bloquear chatbots de outras empresas de IA rivais do WhatsApp. Enquanto isso, palestinos, países árabes e grupos israelenses anti-ocupação condenaram novas medidas aprovadas pelo gabinete de segurança de Israel para a Cisjordânia ocupada, dizendo que equivalem à anexação de facto.
O Nikkei 225 ultrapassou brevemente 57.000 pela primeira vez após a eleição, de acordo com a BBC Business. O Partido da Inovação do Japão, parceiro de coligação do LDP, venceu em mais 36 círculos eleitorais, elevando o seu total combinado para 352 assentos. Este mandato retumbante é uma aposta.
No setor de tecnologia, a UE disse à Meta que violou suas regras ao bloquear chatbots de outras empresas de IA rivais do WhatsApp e deve fazer alterações "urgentes", de acordo com a BBC Technology. A gigante da tecnologia mudou o popular aplicativo de mensagens em 15 de janeiro, e desde então apenas seu assistente de IA Meta AI pode acessá-lo. A Comissão Europeia disse que o WhatsApp era um "ponto de entrada importante" para chatbots de IA como o ChatGPT alcançarem as pessoas, e alegou que a Meta estava abusando de sua posição dominante ao bloqueá-los. Um porta-voz da Meta disse à BBC que a UE "não tinha motivos" para intervir e alegou que havia presumido "incorretamente" que o WhatsApp Business era uma forma fundamental de as pessoas usarem chatbots. "Devemos proteger a concorrência efetiva neste campo vibrante", disse o porta-voz.
Enquanto isso, na Cisjordânia, o ministro das Finanças israelense de extrema-direita, Bezalel Smotrich, anunciou medidas que facilitariam a tomada de terras palestinas por colonos judeus. "Continuaremos a matar a ideia de um Estado palestino", disse ele, de acordo com a BBC World. Todos os assentamentos são vistos como ilegais sob a lei internacional. Espera-se que as medidas sejam aprovadas pelos militares de alta patente de Israel.
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