A marca de maquilhagem Barry M foi adquirida pela rival Warpaint por 1,4 milhões, resultando no encerramento da sua fábrica em Londres e colocando 100 empregos em risco, de acordo com a BBC Business. O acordo, anunciado no início deste mês, surge após a falência da Barry M, uma empresa familiar desde 2014.
A aquisição da Barry M pela Warpaint, uma concorrente de cosméticos, foi confirmada após a falência da marca. A marca, fundada em 1982 por Barry Mero, era uma favorita pelos seus cores chamativas e era comercializada em aproximadamente 1.300 lojas em todo o Reino Unido, conforme relatado pela BBC Business. Analistas sugeriram que a Barry M teve dificuldades em inovar e foi ultrapassada pelos concorrentes.
Em outras notícias, o ex-ministro da Cultura francês, Jack Lang, renunciou ao cargo de presidente do Instituto do Mundo Árabe após revelações de seus laços financeiros com o falecido financista Jeffrey Epstein, conforme relatado pela Euronews. A renúncia ocorreu após um procurador financeiro francês abrir uma investigação contra Lang e sua filha sob suspeita de fraude fiscal.
Enquanto isso, na Austrália, a polícia teria usado spray de pimenta e gás lacrimogêneo contra manifestantes que protestavam contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog, de acordo com a Sky News. Os protestos ocorreram em resposta à visita de Herzog, que foi motivada por um convite do primeiro-ministro australiano Anthony Albanese após um tiroteio em um evento de Hanukkah em Sydney em dezembro.
Além disso, a Lituânia conduziu um exercício militar simulando um incidente de segurança em um trem de trânsito russo que viajava para Kaliningrado, conforme relatado pela Euronews. O exercício, que ocorreu na segunda-feira, envolveu um cenário de um incidente a bordo do trem, resultando em ferimentos e uma fatalidade. O trem foi forçado a parar em Kaunas, onde seis indivíduos conseguiram escapar.
Finalmente, a Al Jazeera informou que Israel está apertando o controle sobre a Cisjordânia ocupada com mudanças na governança. Palestinos e seus apoiadores afirmam que essas mudanças essencialmente legalizam os assentamentos, violando os Acordos de Oslo.
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