O magnata pró-democracia de Hong Kong, Jimmy Lai, foi condenado a 20 anos de prisão sob a lei de segurança nacional da cidade, uma decisão que atraiu a condenação dos Estados Unidos e de grupos de direitos humanos. A sentença, proferida por um tribunal apoiado por Pequim, marca a punição mais severa até agora sob a lei controversa, que a China impôs após protestos pró-democracia generalizados em 2019.
Lai, um cidadão britânico de 78 anos e figura proeminente da mídia, foi condenado por conluio com forças estrangeiras. De acordo com a BBC World, a sentença foi chamada de "sentença de morte" por grupos de direitos, dada a idade de Lai e as preocupações de sua família com sua saúde. O líder de Hong Kong, no entanto, expressou satisfação com o veredicto.
O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, criticou a sentença, chamando-a de "injusta e trágica". Ele afirmou que a condenação "mostra ao mundo que Pequim fará de tudo para silenciar aqueles que defendem as liberdades fundamentais em Hong Kong", de acordo com a Fox News.
Em outras notícias, Ghislaine Maxwell, a associada condenada do criminoso sexual Jeffrey Epstein, se recusou a responder às perguntas do Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA durante um depoimento a portas fechadas. Maxwell, que está cumprindo uma sentença de 20 anos por tráfico sexual, invocou seu direito da Quinta Emenda de permanecer em silêncio, de acordo com a BBC World. O presidente republicano do Comitê de Supervisão da Câmara, James Comer, expressou decepção, afirmando que o comitê tinha "muitas perguntas para fazer sobre os crimes que ela e Epstein cometeram".
Enquanto isso, sobreviventes de Jeffrey Epstein pediram a divulgação completa dos arquivos relacionados ao falecido criminoso sexual. Em um vídeo de 40 segundos divulgado pelo grupo World Without Exploitation, os sobreviventes seguraram fotografias e afirmaram: "todos nós merecemos a verdade". O Departamento de Justiça dos EUA foi obrigado por lei a tornar todos os arquivos públicos em dezembro do ano passado, mas apenas alguns foram divulgados, muitos com redações, de acordo com a BBC World.
Em outras notícias políticas, a atriz Rosie Perez afirmou que previu que Kamala Harris perderia a eleição de 2024 e alegou que a campanha não ouviu seus avisos. Perez fez os comentários durante um episódio de podcast, de acordo com a Fox News.
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