O magnata da mídia pró-democracia de Hong Kong, Jimmy Lai, foi condenado a 20 anos de prisão sob a lei de segurança nacional da cidade, marcando a punição mais severa até agora sob a legislação controversa, de acordo com a BBC World. A sentença, proferida por conluio com forças estrangeiras, atraiu críticas de grupos de direitos humanos que a veem como um duro golpe à liberdade na região.
Lai, de 78 anos, cidadão britânico, é o mais proeminente das centenas de pessoas presas sob a lei, que a China impôs após protestos em larga escala em 2019. A lei, que a China defende como essencial para a estabilidade da cidade, foi criticada por sua ampla abrangência e impacto nas liberdades civis. O líder de Hong Kong expressou satisfação com a sentença, de acordo com a BBC World. A família de Lai manifestou preocupações com sua saúde.
Em outras notícias, um juiz federal decidiu que a Califórnia não poderia proibir agentes federais de aplicação da lei de usar máscaras, a menos que o estado alterasse a lei para aplicá-la também aos agentes estaduais, informou o New York Times. A juíza Christina A. Snyder, do Tribunal Distrital Federal de Los Angeles, emitiu uma liminar preliminar contra a proibição de máscaras, citando sua inconstitucionalidade. No entanto, a juíza permitiu que o estado aplicasse uma lei separada que exige que todos os policiais, incluindo os federais, exibam identificação visível.
Enquanto isso, em Wilder, Idaho, uma operação federal em outubro abalou o senso de segurança da comunidade, de acordo com o New York Times. A cidade, que se orgulhava da cordialidade entre seus fazendeiros brancos e a crescente população hispânica, sofreu uma interrupção quando agentes federais invadiram a La Catedral Arena, um local de reunião local.
Além disso, relatos indicam que estudantes universitários em todo os Estados Unidos estão alegando deficiências para obter acomodações especiais, provocando resistência de especialistas em educação, conforme relatado pela Fox News. Em escolas como Brown e Harvard, mais de 20% dos alunos de graduação estão registrados como deficientes, com Amherst atingindo 34%. Um professor de Harvard criticou a situação, afirmando que a diversidade é priorizada em detrimento do mérito.
No esporte, a esquiadora dos Estados Unidos Lindsey Vonn forneceu uma atualização após sua queda durante o downhill feminino de esqui alpino nas Olimpíadas de Milão Cortina 2026, que resultou em uma fratura na perna, informou a Fox News. Vonn, que já estava esquiando com uma ruptura do ligamento cruzado anterior, precisou ser transportada de helicóptero da montanha. Ela postou no Instagram que seu "sonho olímpico não terminou da maneira que eu sonhei".
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