Ghislaine Maxwell, a associada condenada de Jeffrey Epstein, recusou-se a responder às perguntas do Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA na segunda-feira, invocando seu direito da Quinta Emenda de permanecer em silêncio durante um depoimento a portas fechadas. Isso ocorreu quando o ex-presidente Donald Trump ameaçou bloquear uma nova ponte que liga os EUA e o Canadá e as Nações Unidas buscaram esclarecimentos dos Estados Unidos em relação às cotas orçamentárias não pagas.
Maxwell, que está cumprindo uma sentença de 20 anos por tráfico sexual, compareceu virtualmente de uma prisão no Texas. O presidente republicano do Comitê de Supervisão da Câmara, James Comer, expressou decepção, afirmando, "como esperado", que Maxwell invocou a Quinta Emenda, de acordo com a BBC World. O comitê tinha muitas perguntas sobre os crimes que ela e Epstein cometeram.
Em outras notícias, o ex-presidente Donald Trump ameaçou bloquear a Ponte Gordie Howe, um projeto de infraestrutura planejado que liga os EUA e o Canadá, em uma postagem nas redes sociais, relatou o The Guardian. Os comentários de Trump vieram quando os democratas se preparavam para votar sobre suas tarifas sobre o Canadá. Ele também fez uma alegação falsa sobre uma possível proibição de canadenses jogarem hóquei no gelo devido ao aumento do comércio entre o Canadá e a China.
Enquanto isso, as Nações Unidas estão buscando esclarecimentos dos Estados Unidos em relação às cotas orçamentárias não pagas, de acordo com a Al Jazeera. O porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, disse que, embora o embaixador dos EUA, Mike Waltz, tenha indicado que os pagamentos começariam em semanas, nenhum detalhe adicional foi fornecido. Isso ocorre quando o declínio do envolvimento dos EUA coloca a organização internacional sob crescente pressão.
Em outros desenvolvimentos, um funcionário da Casa Branca afirmou que o presidente Trump se opõe à anexação da Cisjordânia ocupada por Israel, de acordo com a Al Jazeera. O funcionário disse que uma Cisjordânia estável está de acordo com o objetivo da administração de alcançar a paz na região.
Finalmente, um julgamento histórico começou na Califórnia examinando os efeitos da saúde mental do Instagram e do YouTube. Os advogados dos autores acusaram as empresas de mídia social de criar "máquinas de vício" projetadas para viciar crianças, de acordo com a BBC Business.
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