A cidade de Nova York relatou 18 mortes devido a um recente período de clima extremamente frio, de acordo com o prefeito Zohran Mamdani, enquanto a cidade enfrenta uma das suas mais longas sequências de temperaturas abaixo de zero em seis décadas. A onda de frio, que começou no final de janeiro, incluiu 13 dias com temperaturas iguais ou inferiores a 0°C (32°F). Embora se espere que as temperaturas subam esta semana, elas permanecem abaixo da média.
O prefeito afirmou que a cidade perdeu outra pessoa "nas ruas da nossa cidade" durante o fim de semana, acrescentando que "cada vida perdida é uma tragédia, e continuaremos a manter as suas famílias em nossos pensamentos", de acordo com a BBC World.
Em outras notícias, Bangladesh garantiu isenções para algumas roupas e têxteis feitos com materiais produzidos nos EUA, como parte de um novo acordo anunciado na segunda-feira. Os EUA também reduzirão suas tarifas sobre Bangladesh de 20 para 19 por cento em troca de Dhaka abrir seus mercados para uma gama mais ampla de produtos americanos, de acordo com a BBC Business. Bangladesh é o segundo maior exportador mundial de roupas, depois da China. O país do sul da Ásia estava em negociações com a Casa Branca depois que o presidente Donald Trump impôs tarifas aos parceiros comerciais globais em abril do ano passado.
Enquanto isso, um novo estudo da Universidade de Oxford sugere que os chatbots de IA representam um risco "perigoso" ao fornecer conselhos médicos. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que usam IA para aconselhamento em saúde recebiam uma mistura de respostas boas e ruins, tornando difícil identificar conselhos confiáveis, de acordo com a BBC Technology. A Dra. Rebecca Payne, a principal médica do estudo, disse que pode ser "perigoso" para as pessoas perguntarem aos chatbots sobre seus sintomas. Uma pesquisa de 2025 da Mental Health UK descobriu que mais de um em cada três residentes do Reino Unido agora usa IA para apoiar sua saúde mental ou bem-estar.
Além disso, um novo relatório importante adverte que as empresas correm o risco de extinção, a menos que protejam e restaurem o mundo natural. A avaliação, da Ipbes (Plataforma Intergovernamental de Ciência-Política sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos), é baseada em contribuições de cientistas líderes e aprovada por 150 governos. Os especialistas estão pedindo ação urgente para restaurar os sistemas naturais que mantêm a economia funcionando, de acordo com a BBC Business.
Finalmente, o crime alimentar continua sendo um problema, mesmo com a melhoria da tecnologia. A fraude alimentar, que pode incluir diluir ou substituir ingredientes, alterar documentos ou passar por processos não aprovados, é difícil de entender devido à subnotificação. Uma estimativa de 2025 é que o crime alimentar custe à economia global cerca de US$ 81 bilhões (110 bilhões). Os fraudadores geralmente visam alimentos comumente consumidos, como laticínios, e alimentos de alto valor, como azeite. O mel é frequentemente um dos alimentos mais comuns que são falsificados, de acordo com a BBC Technology. Xarope à base de plantas pode custar metade do preço do mel genuíno, ou até menos.
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