Gigantes das redes sociais enfrentam maior escrutínio esta semana, à medida que casos legais históricos e ações regulatórias destacam preocupações sobre seu impacto nos usuários, particularmente crianças. A Meta, empresa-mãe do Instagram e Facebook, é alvo de processos que alegam que priorizou lucros em detrimento da segurança das crianças, enquanto a União Europeia tomou medidas contra a empresa por práticas anticompetitivas. Enquanto isso, o Discord anunciou novas medidas de verificação de idade para restringir o acesso a conteúdo adulto.
As alegações iniciais começaram esta semana em um caso movido pelo procurador-geral do Novo México, que alega que a Meta não conseguiu proteger as crianças de material sexualmente explícito, de acordo com a Al Jazeera. Este é um de uma onda de 40 processos contra a Meta. Outro caso, conforme relatado pela BBC, acusa as empresas de mídia social de criar "máquinas de vício" e examina os efeitos na saúde mental do Instagram e do YouTube. Mark Lanier, representando o autor, argumentou que as empresas construíram essas máquinas "de propósito".
A UE também tomou medidas contra a Meta, dizendo à gigante da tecnologia que violou suas regras ao bloquear chatbots de empresas de IA rivais do WhatsApp. A Comissão Europeia afirmou que o WhatsApp era um "ponto de entrada importante" para chatbots de IA e acusou a Meta de abusar de sua posição dominante, de acordo com a BBC. Um porta-voz da Meta disse à BBC que a UE "não tinha motivos" para intervir.
Em outras notícias de tecnologia, o Discord anunciou que exigirá que todos os usuários globalmente verifiquem sua idade com uma digitalização facial ou documento de identidade para acessar conteúdo adulto, de acordo com a BBC. Essa implementação começará no início de março. O serviço de bate-papo online, que tem mais de 200 milhões de usuários mensais, já exige verificação de idade no Reino Unido e na Austrália para cumprir as leis de segurança online.
Esses desenvolvimentos ocorrem à medida que a indústria de tecnologia continua a evoluir rapidamente. A BBC também relatou a tendência das empresas de tecnologia de adotar horários de trabalho extremos, com algumas empresas anunciando semanas de trabalho de 70 horas.
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