A polícia australiana defendeu suas ações após confrontos violentos com manifestantes durante uma manifestação contra a visita do presidente israelense em Sydney na noite de segunda-feira, enquanto na Califórnia, um julgamento começou a examinar os efeitos na saúde mental do Instagram e do YouTube, com as plataformas acusadas de criar "máquinas de vício". Além disso, a União Europeia disse à Meta que ela violou suas regras ao bloquear chatbots de IA rivais do WhatsApp.
De acordo com a BBC World, a polícia em Sydney usou spray de pimenta e foi filmada atacando e socando manifestantes durante o comício. O Comissário de Polícia de NSW, Mal Lanyon, afirmou que os policiais demonstraram "notável contenção" e "fizeram o que precisavam fazer". A BBC informou que 27 pessoas foram presas, com nove posteriormente acusadas, e 10 policiais foram agredidos. Um membro do parlamento estadual estava entre aqueles que disseram ter se ferido nos confrontos.
Enquanto isso, em Los Angeles, começou um julgamento onde as maiores empresas de mídia social do mundo, Meta (proprietária do Instagram) e YouTube, são acusadas de criar "máquinas de vício", conforme relatado pela BBC Technology e BBC Business. Mark Lanier, representando a autora "K.G.M.", argumentou que ela sofreu de problemas de saúde mental devido ao seu vício em mídia social. "Essas empresas construíram máquinas projetadas para viciar os cérebros das crianças, e o fizeram de propósito", disse Lanier. Os advogados da Meta e do YouTube argumentaram que o vício de K.G.M. decorria de outros problemas.
Além disso, a UE disse à Meta que ela violou suas regras ao bloquear os chatbots de empresas de IA rivais do WhatsApp, de acordo com a BBC Technology. A Comissão Europeia afirmou que o WhatsApp era um "ponto de entrada importante" para chatbots de IA como o ChatGPT para alcançar as pessoas e alegou que a Meta estava abusando de sua posição dominante ao bloqueá-los. A Meta alterou o aplicativo de mensagens em 15 de janeiro e, desde então, apenas seu assistente de IA, Meta AI, pode acessá-lo. Um porta-voz da Meta disse à BBC que a UE "não tinha motivos" para intervir e alegou que havia presumido "incorretamente" que o WhatsApp Business era uma forma fundamental de as pessoas usarem chatbots. "Devemos proteger a concorrência efetiva neste vibrante fi", disse o porta-voz.
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