Um juiz dos EUA bloqueou a deportação de Rumeysa Ozturk, uma estudante turca da Universidade Tufts, que foi presa no ano passado em meio a uma repressão contra ativistas pró-Palestina, de acordo com seus advogados (Fonte 1). Esta decisão surge enquanto o líder de Hong Kong, John Lee, celebrou a sentença de 20 anos de prisão do ativista pró-democracia Jimmy Lai, enquanto a polícia na Austrália usou gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra manifestantes que se opunham à visita do presidente israelense Isaac Herzog (Fontes 3, 4). Enquanto isso, a condenada por tráfico sexual Ghislaine Maxwell se recusou a testemunhar perante legisladores dos EUA e buscou um perdão (Fonte 5).
A decisão do juiz em relação a Ozturk foi detalhada em uma carta apresentada no 2º Tribunal de Apelações dos EUA (Fonte 1). A estudante passou mais de seis semanas em um centro de detenção de imigração na Louisiana antes de ser libertada por ordem de um juiz (Fonte 1).
Em Hong Kong, John Lee defendeu a sentença de Jimmy Lai, alegando que o magnata da mídia havia "envenenado" a cidade (Fonte 3). Isso ocorreu quando a China divulgou um livro branco delineando planos para aprimorar ainda mais uma lei de segurança nacional, que tem sido usada para reprimir a dissidência (Fonte 3).
Na Austrália, os protestos contra a visita do presidente Herzog foram desencadeados por seu convite do primeiro-ministro Anthony Albanese após um tiroteio em um evento de Hanukkah em Sydney em dezembro que matou pelo menos 15 pessoas (Fonte 4). Milhares de pessoas participaram das manifestações (Fonte 4).
Ghislaine Maxwell, atualmente cumprindo uma pena de 20 anos de prisão, se recusou a responder às perguntas do Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA sobre novas investigações de Epstein (Fonte 5). Seu advogado solicitou clemência ao ex-presidente dos EUA Donald Trump (Fonte 5).
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