O ex-presidente Donald Trump está a fazer manchetes com ameaças de bloquear a abertura de uma ponte que liga os EUA e o Canadá, ao mesmo tempo que promete consequências pelas ações da Rússia na Ucrânia. Simultaneamente, o Senado está a trabalhar para evitar uma paralisação do governo, e os desenvolvimentos económicos estão a desenrolar-se com a BP a cortar custos e o Bangladesh a garantir acordos comerciais.
Trump ameaçou bloquear a abertura da Gordie Howe International Bridge, que ligará Detroit, Michigan, a Windsor, Ontário, até que Washington seja "totalmente compensada por tudo" o que deu ao seu vizinho do norte, de acordo com a BBC. O projeto é financiado pelo governo canadiano, mas será de propriedade pública de ambos os países. Trump também afirmou que imporá "consequências muito severas" à Rússia em 2025 se esta não se comprometer com um acordo para pôr fim à sua guerra na Ucrânia, conforme relatado pela Fox News.
Entretanto, o Senado estava a esforçar-se para evitar uma terceira paralisação do governo sob o Presidente Trump, com negociações em curso sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), informou a Fox News. Os legisladores estavam cautelosamente otimistas de que um acordo pudesse ser alcançado depois de as negociações terem aparentemente estagnado. Os republicanos do Senado receberam a "lista de desejos partidária" dos democratas do Senado no fim de semana, disseram fontes familiarizadas com as negociações à Fox News Digital.
No setor empresarial, a BP anunciou que estava a intensificar as medidas de corte de custos após relatar uma queda nos lucros anuais, de acordo com a BBC Business. Os lucros para 2025 foram relatados em 7,5 mil milhões de dólares, abaixo dos 8,9 mil milhões de dólares do ano anterior, após uma queda nos preços do petróleo bruto. A empresa também disse que estava a suspender o seu programa de recompra de ações.
O Bangladesh garantiu isenções para algumas roupas e têxteis feitos com materiais produzidos nos EUA como parte de um novo acordo comercial com os EUA, informou a BBC Business. Washington também cortará as suas tarifas sobre o Bangladesh de 20 para 19 por cento em troca de Dhaka abrir os seus mercados a uma gama mais ampla de bens americanos. A indústria de vestuário é uma parte importante da economia do Bangladesh, sendo o segundo maior exportador mundial de roupas depois da China.
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