O Quénia prepara-se para confrontar a Rússia sobre a alegada recrutamento de seus cidadãos para lutar na guerra na Ucrânia, ao mesmo tempo que lida com outras questões internacionais e domésticas, incluindo um processo judicial sobre medicamentos para perda de peso e uma queda nos lucros de uma grande empresa petrolífera. De acordo com a BBC, o ministro das Relações Exteriores do Quénia, Musalia Mudavadi, chamou a prática de "inaceitável e clandestina" e afirmou que Nairobi instaria Moscovo a assinar um acordo que proíba a conscrição de soldados quenianos. O governo queniano estima que cerca de 200 de seus cidadãos foram recrutados para lutar pela Rússia, embora o número exato permaneça incerto.
Em outras notícias internacionais, um vídeo do New York Times mostrou como os ucranianos estão a lidar sem aquecimento em meio à crise em curso Rússia-Ucrânia. O vídeo foi um de vários relacionados ao conflito, incluindo relatos sobre um general russo de alta patente baleado em Moscovo e conversações de paz terminando com pouco progresso.
Enquanto isso, no setor empresarial, a fabricante de Ozempic e Wegovy, Novo Nordisk, processou uma empresa rival, Hims & Hers, por vender o que diz serem versões "inseguras e falsificadas" de seus medicamentos para perda de peso nos EUA, conforme relatado pela BBC. O drama legal começou depois que a Hims & Hers lançou uma nova pílula para perda de peso, levando a uma ameaça inicial da Novo Nordisk. Na segunda-feira, o preço das ações da Hims & Hers caiu quando chamou a decisão da Novo Nordisk de prosseguir com o processo de um "ataque descarado".
Também no setor empresarial, a BP anunciou uma queda nos lucros anuais e aumentou sua meta de corte de custos após ser atingida pela queda nos preços do petróleo bruto no ano passado, de acordo com a BBC. A gigante do petróleo relatou lucros de US$ 7,5 bilhões em 2023, abaixo dos US$ 8,9 bilhões do ano anterior. A BP também disse que estava suspendendo seu programa de recompra de ações e cortando gastos. A nova chefe, Meg O'Neill, que assume o cargo em abril, deverá continuar a mudança da empresa de investimentos em projetos de energia renovável para se concentrar em operações de petróleo e gás.
Finalmente, as maiores empresas de mídia social do mundo estão a enfrentar escrutínio, pois um julgamento histórico começou na Califórnia, examinando os efeitos na saúde mental do Instagram e do YouTube, conforme relatado pela BBC. Em sua argumentação inicial, Mark Lanier argumentou que sua cliente sofreu de problemas de saúde mental como resultado de seu vício em mídia social. "Essas empresas construíram máquinas projetadas para viciar os cérebros das crianças, e fizeram isso de propósito", disse Lanier.
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