O Primeiro-Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, viajou para Washington, D.C., para sua sexta visita oficial com o Presidente dos EUA, Donald Trump, no último ano, onde planejava apresentar princípios para negociar com o Irã, de acordo com a Al Jazeera. Netanyahu, que desenvolveu uma relação próxima com Trump, tinha agendado um encontro com o presidente esta semana.
A visita de Netanyahu quebrou seu próprio recorde de viagens oficiais aos Estados Unidos por um líder mundial durante o tempo de Trump no cargo, de acordo com a Al Jazeera. O primeiro-ministro destacou a proximidade única entre Israel e os Estados Unidos antes de partir de Tel Aviv.
Enquanto Netanyahu se concentrava em questões diplomáticas, outros eventos internacionais se desenrolavam. Em Hong Kong, o líder da cidade celebrou a sentença de 20 anos de prisão dada ao ativista pró-democracia Jimmy Lai, conforme relatado pela Sky News. O líder, John Lee, foi desafiador diante das críticas das nações ocidentais após a sentença. A China também divulgou um livro branco delineando planos para aprimorar ainda mais uma lei de segurança nacional, que tem sido usada para reprimir a liberdade de expressão e a dissidência em Hong Kong.
Em outras notícias, os laços entre o financista americano desgraçado Jeffrey Epstein e Israel estavam se tornando mais claros após a liberação de milhões de documentos, de acordo com a Al Jazeera. Esses documentos sugeriam ligações com a inteligência israelense e financiamento para o exército israelense e projetos de assentamento.
Enquanto isso, no mundo da tecnologia, um ex-gerente de produto da Tesla estava trabalhando para combater a crise de produtos falsificados, que custa às marcas de luxo mais de US$ 30 bilhões anualmente, conforme relatado pela TechCrunch. A startup Veritas afirmou ter desenvolvido um chip à prova de hackers para verificar a autenticidade de produtos de luxo. Os chips seriam vinculados a certificados digitais.
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