A União Europeia ordenou que a Meta permitisse que chatbots de IA rivais tivessem acesso ao WhatsApp, alegando que a gigante da tecnologia violou suas regras ao restringir o acesso ao seu próprio assistente de IA. Enquanto isso, a Península Ibérica foi atingida por uma terceira tempestade mortal em duas semanas, e o gabinete do Zimbábue aprovou um plano para estender o governo do presidente Emmerson Mnangagwa até 2030. Adicionalmente, o Parlamento Europeu aprovou legislação que permite aos estados membros deportar migrantes para países terceiros "seguros" designados.
A decisão da UE em relação à Meta, anunciada recentemente, decorre da mudança da empresa no WhatsApp em 15 de janeiro, que limitou o acesso de chatbots apenas ao seu próprio assistente Meta AI. A Comissão Europeia argumentou que o WhatsApp é um ponto de entrada crucial para chatbots de IA, como o ChatGPT, para alcançar os usuários, e que a Meta estava abusando de sua posição dominante ao bloquear concorrentes. Um porta-voz da Meta respondeu, afirmando que a UE "não tinha motivos" para intervir e havia presumido "incorretamente" que o WhatsApp Business era uma forma fundamental de as pessoas usarem chatbots, enfatizando a necessidade de proteger a concorrência no campo, de acordo com a BBC Technology.
Em outras notícias, Espanha e Portugal foram atingidos por outra tempestade no fim de semana, marcando a terceira tempestade mortal a impactar a Península Ibérica nas últimas duas semanas. As tempestades, incluindo a Tempestade Marta, seguiram os danos e as inundações causadas pelas Tempestades Kristin e Leonardo.
Além disso, o gabinete do Zimbábue apoiou um projeto de lei que mudaria a constituição para estender os mandatos presidenciais de cinco para sete anos, potencialmente permitindo que o presidente Mnangagwa permaneça no cargo até 2030, de acordo com a Al Jazeera. O projeto de lei, apresentado ao gabinete na terça-feira, também inclui uma disposição de que o presidente seja eleito pelo parlamento em vez de por voto popular direto.
Em desenvolvimentos relacionados, o Parlamento Europeu aprovou nova legislação que permite aos estados membros deportar migrantes para países "seguros" designados fora da UE, mesmo que não sejam desses países. A medida foi aprovada na terça-feira com uma votação de 396-226, com apoio de membros de centro e de extrema-direita, conforme relatado pela Al Jazeera.
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