Legisladores estão a avançar para estabelecer padrões nacionais de segurança para carros autónomos, enquanto as empresas de tecnologia enfrentam escrutínio sobre as práticas das lojas de aplicações e moderação de conteúdo. A Comissão de Energia e Comércio da Câmara dos Representantes avançou com o SELF DRIVE Act na terça-feira, visando anular as restrições estaduais sobre veículos autónomos, de acordo com a Fox News. Simultaneamente, a Apple e o Google concordaram em modificar as suas lojas de aplicações no Reino Unido, após intervenção da Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA), e o Discord anunciou que exigirá verificação de idade para acesso a conteúdo adulto.
O SELF DRIVE Act, patrocinado pelo Deputado Bob Latta, R-Ohio, procura abordar questões em torno do futuro dos veículos autónomos, conforme relatado pela Fox News. Esta legislação surge à medida que a tecnologia continua a desenvolver-se, com um incidente recente em Santa Monica, Califórnia, envolvendo um veículo autónomo a atingir um estudante, embora não tenham sido relatados ferimentos. A intervenção da CMA no Reino Unido, conforme detalhado pela BBC Technology, resultou no compromisso da Apple e do Google de evitar tratamento preferencial para as suas próprias aplicações e de fornecer transparência no processo de aprovação para outras. Sarah Cardell, chefe da CMA, afirmou que os compromissos "impulsionarão a economia de aplicações do Reino Unido".
A nova política do Discord, também relatada pela BBC Technology, exigirá que os utilizadores globalmente verifiquem a sua idade através de digitalização facial ou upload de identificação para aceder a conteúdo adulto. Esta medida, que será implementada no início de março, visa proteger os utilizadores, colocando-os numa experiência apropriada para adolescentes "por padrão". O serviço de chat online tem mais de 200 milhões de utilizadores mensais.
Em outras notícias de tecnologia, um julgamento começou na Califórnia, examinando os efeitos na saúde mental do Instagram e do YouTube, com advogados a acusar as empresas de criar "máquinas de vício", de acordo com a BBC Technology. Mark Lanier, representando o autor, argumentou que o seu cliente sofreu de problemas de saúde mental devido ao vício em redes sociais. Os advogados da Meta e do YouTube contestaram, afirmando que o vício do autor decorreu de outros problemas.
Finalmente, um depoimento de mandado de busca do F.B.I., divulgado na terça-feira, revelou que uma investigação criminal sobre os resultados das eleições de 2020 no Condado de Fulton, Geórgia, foi iniciada por um proeminente negacionista eleitoral na administração Trump, de acordo com o NY Times. A investigação baseou-se fortemente em alegações sobre cédulas que foram amplamente desmentidas. O depoimento indicou que a referência veio de Kurt Olsen, Diretor de Segurança e Integridade Eleitoral nomeado pelo Presidente.
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