O Príncipe William foi instado a levantar o caso de um homem detido em Manchester durante sua viagem oficial à Arábia Saudita, enquanto nos Estados Unidos, um irlandês descreveu sua detenção pela ICE como "semelhante a um campo de concentração moderno". Esses eventos ocorrem no momento em que o líder de Hong Kong celebrou a sentença de Jimmy Lai, e funcionários da Salesforce e da Palantir lidam com os relacionamentos de suas empresas com a ICE.
A Anistia Internacional escreveu ao Príncipe William, compartilhando a situação de Ahmed al-Doush, um homem de Manchester detido na Arábia Saudita, de acordo com a Sky News. Al-Doush, pai de quatro filhos e analista bancário sênior do Bank of America, estava retornando de férias quando foi detido. Enquanto isso, Seamus Culleton, um irlandês que vive nos EUA há quase 20 anos e é casado com uma cidadã americana, descreveu sua detenção de cinco meses pela ICE como "tortura", de acordo com a Sky News. Ele esperava que o primeiro-ministro irlandês Micheal Martin levantasse seu caso com o presidente dos EUA, Donald Trump.
Em Hong Kong, o líder celebrou a sentença de 20 anos de prisão dada ao ativista pró-democracia britânico Jimmy Lai, afirmando que o magnata da mídia havia "envenenado" a cidade, conforme relatado pela Sky News. Essa celebração seguiu a publicação de um livro branco pela China, delineando planos para aprimorar uma lei de segurança nacional usada para reprimir a liberdade de expressão e a dissidência.
Funcionários da Salesforce circularam uma carta interna ao CEO Marc Benioff, instando-o a denunciar as ações recentes da ICE, proibir o uso do software Salesforce por agentes de imigração e apoiar a legislação federal para reformar a agência, de acordo com a Wired. A carta citou os recentes assassinatos de Renee Good e Alex Pretti em Minneapolis como catalisadores.
O CEO da Palantir, Alex Karp, gravou um vídeo para os funcionários abordando o trabalho da empresa com a ICE, relatou a Wired. O vídeo, compartilhado por Courtney Bowman, diretora global de privacidade e engenharia de liberdades civis da Palantir, foi uma resposta às perguntas dos funcionários sobre o envolvimento da empresa com a ICE.
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