Uma série de tragédias desenrolou-se em todo o mundo esta semana, incluindo uma avalanche mortal na Itália, o naufrágio de um barco de migrantes no Mediterrâneo e a queda de um avião na Somália. Adicionalmente, um anúncio da Disney foi banido e um julgamento começou a examinar os efeitos do vício em redes sociais.
Na Itália, pelo menos uma dúzia de esquiadores, alpinistas e caminhantes morreram no terreno montanhoso do país, de acordo com a Fox News. As avalanches, desencadeadas por condições excepcionalmente instáveis em encostas de backcountry não preparadas, ocorreram justamente quando os Jogos Olímpicos de Inverno começaram na região. Embora as autoridades tenham afirmado que os locais dos jogos permanecem seguros, os incidentes resultaram em um número recorde de mortes. A Associated Press relatou um total de 13 mortes.
Enquanto isso, no Mar Mediterrâneo, um barco de migrantes naufragou na costa da Líbia, deixando 53 pessoas mortas ou desaparecidas, informou a agência de migração da ONU. Apenas dois sobreviventes foram resgatados. A Organização Internacional para as Migrações disse que o barco virou ao norte de Zuwara na sexta-feira, marcando o mais recente de uma série de tragédias na rota do Mediterrâneo central.
Na Somália, um piloto foi elogiado após fazer um pouso forçado de um avião de passageiros na costa perto do aeroporto internacional da capital, informou a BBC World. Todas as 55 pessoas a bordo sobreviveram ao incidente, que ocorreu após a aeronave apresentar uma falha técnica logo após a decolagem. O raciocínio rápido do piloto foi crucial para salvar os passageiros e a tripulação, de acordo com a Starsky Aviation.
Em outros lugares, um anúncio da Disney com um corpo decepado foi banido pela Advertising Standards Authority (ASA), informou a BBC Business. A ASA considerou que o anúncio do filme Predator Badlands provavelmente assustaria e causaria angústia às crianças. A Disney argumentou que o corpo decepado era de um robô.
Finalmente, um julgamento histórico começou na Califórnia examinando os efeitos na saúde mental do Instagram e do YouTube, informou a BBC Technology. Advogados da autora, identificada como "K.G.M.", argumentaram que as empresas de mídia social criaram "máquinas de vício". "Essas empresas construíram máquinas projetadas para viciar os cérebros das crianças, e o fizeram de propósito", disse Mark Lanier, advogado da autora.
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