Uma série de eventos trágicos desenrolou-se em 10 e 11 de fevereiro de 2026 em todo o mundo, incluindo um tiroteio em massa no Canadá, uma aterrissagem de emergência de avião na Somália e agitação política na Albânia e em Hong Kong.
No Canadá, um tiroteio em massa na Tumbler Ridge Secondary School e numa residência próxima na Colúmbia Britânica tirou a vida de 10 pessoas, incluindo o suspeito, de acordo com o The Guardian. Mais de 25 outras pessoas ficaram feridas, com duas a sofrerem ferimentos com risco de vida. O Primeiro-Ministro Mark Carney expressou consternação, e o incidente foi descrito pelo Primeiro-Ministro David Eby como uma "tragédia inimaginável", classificando-se entre os mais mortíferos do género na história canadiana, de acordo com o The Guardian.
Entretanto, na Somália, todas as 55 pessoas a bordo de um avião de passageiros sobreviveram a uma aterrissagem de emergência que resultou na aeronave a acabar em águas rasas, conforme relatado pela Sky News. O avião da Starsky Aviation, que tinha descolado do aeroporto internacional de Mogadíscio, teve um problema técnico aproximadamente 15 minutos após o voo, antes da aterrissagem de emergência. Não foram relatados ferimentos.
As tensões políticas aumentaram na Albânia, onde manifestantes entraram em confronto com a polícia em Tirana, relatou a Al Jazeera. Os manifestantes, pedindo a demissão do Primeiro-Ministro Edi Rama após um grande escândalo de corrupção, atiraram cocktails Molotov e sinalizadores à polícia, que respondeu com canhões de água e gás lacrimogéneo. Os confrontos também ocorreram perto do edifício do parlamento.
Em Hong Kong, o líder da cidade celebrou a sentença de 20 anos de prisão dada ao ativista pró-democracia britânico Jimmy Lai, de acordo com a Sky News. John Lee, o líder de Hong Kong, foi desafiador face às críticas das nações ocidentais, afirmando que Lai tinha "envenenado" a cidade. A China também divulgou um livro branco delineando planos para melhorar ainda mais uma lei de segurança nacional, que tem sido usada para suprimir a liberdade de expressão e a dissidência.
Em outras notícias, um irlandês, Seamus Culleton, detido pelo ICE durante cinco meses, descreveu as instalações como "como um campo de concentração moderno", de acordo com a Sky News. Culleton, que vive nos EUA há quase 20 anos e é casado com uma cidadã americana, disse que sentiu que estava a sofrer "tortura". Ele esperava que o primeiro-ministro irlandês Micheal Martin levantasse o seu caso com o Presidente dos EUA, Donald Trump.
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