Cinquenta e três pessoas estão mortas ou desaparecidas após o naufrágio de um barco de migrantes no Mar Mediterrâneo, ao largo da costa da Líbia, informou a agência de migração da ONU na segunda-feira. A tragédia, que ocorreu a norte de Zuwara na sexta-feira, deixou apenas dois sobreviventes. Em outras notícias, altos funcionários da Co-op reclamaram de uma "cultura tóxica" no nível executivo, enquanto a Ford relatou um prejuízo de US$ 900 milhões devido a tarifas inesperadas. Adicionalmente, os gastos do consumidor nos EUA diminuíram em dezembro, e incêndios florestais alimentados pelo clima devastaram árvores antigas na Patagônia.
A Organização Internacional para as Migrações confirmou o naufrágio do barco, destacando os perigos contínuos enfrentados por migrantes e requerentes de asilo que tentam cruzar a rota do Mediterrâneo central. Centenas já morreram este ano tentando a perigosa jornada.
Enquanto isso, na Co-op, uma carta aos membros do conselho, vista pela BBC, detalhou preocupações de "medo e alienação" entre os altos funcionários. De acordo com várias fontes, a cultura desencoraja desafios, levando a más decisões, queda da moral e partidas repentinas. A BBC informou que a Co-op, um grupo de propriedade de membros com 180 anos, se orgulha de seus valores éticos.
Executivos da Ford afirmaram que os custos de tarifas da montadora americana foram US$ 900 milhões maiores do que o previsto no ano passado devido a uma mudança de última hora no programa de alívio tarifário da administração Trump. O esquema foi projetado para ajudar as empresas de automóveis a compensar as taxas, mas uma nova data de vigência levou a menos ganhos com os créditos do que o esperado. O diretor executivo Jim Farley disse que a Ford gastou o dobro do que esperava em tarifas.
Nos EUA, as vendas no varejo foram inesperadamente estáveis durante as festas de dezembro, sugerindo uma retração entre os consumidores. O relatório do Departamento de Comércio marcou uma ruptura com os gastos relativamente robustos dos últimos meses, mesmo com o sentimento econômico diminuindo. Um mercado de trabalho vacilante, inflação persistente e crescimento salarial em desaceleração contribuíram para o final sem brilho do ano.
Finalmente, incêndios florestais alimentados pelo clima devastaram florestas na Argentina que abrigam algumas das árvores mais antigas do mundo. Os cientistas descobriram que as condições quentes, secas e ventosas que possibilitaram os incêndios foram cerca de três vezes mais prováveis devido ao aquecimento global. Os incêndios, que deixaram 23 mortos no Chile, devastaram a região da Patagônia.
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