Veículos elétricos podem se tornar economicamente competitivos na África mais cedo do que o previsto, possivelmente até 2040, de acordo com uma nova análise. Isso apesar dos desafios existentes, como redes instáveis, infraestrutura de carregamento limitada e falta de financiamento acessível, conforme relatado pela MIT Technology Review.
A viabilidade econômica dos EVs na África está crescendo à medida que os custos de baterias e veículos continuam a diminuir. Veículos elétricos de duas rodas, carros, automóveis maiores e até mesmo micro-ônibus podem competir na maioria dos países africanos, de acordo com a MIT Technology Review. Algumas análises anteriores sugeriam que os veículos movidos a combustíveis fósseis dominariam na África pelo menos até 2050.
Em outras notícias, a Robinhood anunciou o lançamento de uma versão para desenvolvedores de sua blockchain personalizada, Robinhood Chain, na noite de terça-feira. Essa iniciativa, revelada no evento Consensus em Hong Kong, faz parte da ampla investida da empresa em serviços financeiros baseados em criptomoedas, incluindo versões tokenizadas de ações populares, de acordo com a Fortune. A fase de testnet da Robinhood Chain está atualmente ativa, permitindo que um número limitado de parceiros e participantes testem sua infraestrutura e introduzam recursos experimentais. A versão mainnet deve entrar em operação nos próximos meses para processar transações de clientes.
Enquanto isso, o chefe de IA do Google, Demis Hassabis, vendeu sua empresa de IA, DeepMind, para o Google em janeiro de 2014, rejeitando uma oferta maior de Mark Zuckerberg, da Meta, de acordo com a Fortune. Essa decisão levou Elon Musk a lançar uma empresa rival com Sam Altman: OpenAI.
Em uma história separada, Dorceta Taylor, que obteve um doutorado pela Yale School of Forestry & Environmental Studies em 1991, criou o primeiro relatório abrangente para monitorar a diversidade racial, de gênero e socioeconômica em 2014, de acordo com a Nature News. Esta série celebra indivíduos que lutaram contra o racismo na ciência e defendem a inclusão.
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