Pesquisadores descobriram a primeira evidência física do uso de resíduos humanos na medicina romana antiga, enquanto, simultaneamente, crescem as preocupações sobre o impacto da tecnologia no bem-estar das crianças, incluindo a exposição a anúncios de medicamentos para perda de peso e os perigos potenciais de conselhos médicos gerados por IA. A descoberta sobre a medicina romana se concentra em um vaso desenterrado em Pérgamo, agora no oeste da Turquia, que continha resíduos identificados como matéria fecal, de acordo com a Fox News. Enquanto isso, relatórios do comissário para crianças da Inglaterra destacam o bombardeio de jovens com anúncios de produtos para perda de peso online, e um estudo da Universidade de Oxford alerta sobre os riscos associados a chatbots de IA que fornecem conselhos médicos imprecisos.
O vaso contendo resíduos humanos foi descoberto ter servido a um propósito médico, de acordo com a Fox News. A equipe de pesquisa identificou "flocos marrons escuros" nos resíduos, que foram determinados como matéria fecal. A descoberta gerou "imenso entusiasmo" entre os arqueólogos.
Simultaneamente, o comissário para crianças da Inglaterra relatou que as crianças são rotineiramente expostas a anúncios de injeções e pílulas para perda de peso online, de acordo com a BBC Technology e a BBC Business. O relatório descobriu que os jovens foram "bombardeados" com anúncios de produtos que afirmam mudar seus corpos e aparência, apesar de esse tipo de publicidade ser proibido. Dame Rachel de Souza, a comissária para crianças, disse que as postagens eram "imensamente prejudiciais" para a autoestima dos jovens e pediu a proibição de publicidade em mídias sociais para crianças. Um porta-voz do regulador de mídia Ofcom afirmou que não tolera "empresas de tecnologia priorizando o engajamento em detrimento da segurança online das crianças".
Em notícias relacionadas, um julgamento histórico começou na Califórnia examinando os efeitos da saúde mental do Instagram e do YouTube, com advogados acusando as empresas de criar "máquinas de vício", de acordo com a BBC Technology. Mark Lanier, representando o autor da ação, argumentou que seu cliente sofreu de problemas de saúde mental como resultado do vício em mídias sociais. "Essas empresas construíram máquinas projetadas para viciar os cérebros das crianças, e o fizeram de propósito", disse Lanier.
Além disso, um estudo da Universidade de Oxford descobriu que os chatbots de IA dão conselhos médicos imprecisos e inconsistentes, de acordo com a BBC Technology. Os pesquisadores deram a 1.300 pessoas um cenário, como ter dor de cabeça, e descobriram que os conselhos fornecidos eram uma mistura de respostas boas e ruins, tornando difícil para os usuários determinar em qual conselho confiar. A Dra. Rebecca Payne, médica líder no estudo, disse que poderia ser "perigoso" para as pessoas perguntarem aos chatbots sobre seus sintomas.
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