Veículos elétricos (VEs) podem se tornar mais baratos de possuir do que carros a gasolina na África até 2040, de acordo com análises recentes, potencialmente remodelando o cenário de transporte do continente. Essa mudança é impulsionada pela queda dos custos das baterias e pelo potencial do carregamento solar fora da rede, conforme relatado por fontes da MIT Technology Review.
A viabilidade econômica dos VEs na África está ganhando impulso, com projeções indicando que veículos elétricos de duas rodas, carros e até mesmo micro-ônibus poderiam competir com as alternativas de combustíveis fósseis em muitos países africanos nos próximos 15 anos. No entanto, obstáculos significativos permanecem, incluindo redes elétricas instáveis, infraestrutura de carregamento limitada e falta de acesso a financiamento acessível, conforme destacado pela MIT Technology Review (Fonte 1). Apesar desses desafios, a queda dos custos das baterias e dos VEs está tornando o caso econômico para sua adoção cada vez mais convincente.
Em outras notícias, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que está de saída, pode deixar um legado de novos cortes nas taxas de juros, potencialmente preparando o terreno para que seu sucessor, Kevin Warsh, continue a tendência. Embora a Casa Branca tenha buscado cortes acentuados nas taxas, a postura de Powell ao longo de grande parte de 2025 foi de "esperar para ver", de acordo com a Fortune (Fonte 2). Dados econômicos em deterioração podem levar o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) a agir antes do término do mandato de Powell em maio, potencialmente levando a mais cortes do que o inicialmente previsto.
No campo da defesa ambiental, Dorceta Taylor, a primeira mulher negra a obter um doutorado pela Yale School of Forestry & Environmental Studies, é uma figura proeminente. Taylor criou o primeiro relatório abrangente para monitorar a diversidade racial, de gênero e socioeconômica no campo, conforme relatado pela Nature News (Fonte 3). A série destaca iniciativas que poderiam ser aplicadas a outros locais de trabalho científicos.
Enquanto isso, o impacto das mudanças climáticas está se tornando cada vez mais evidente nos esportes de inverno. Um atleta olímpico da Groenlândia, falando à Time (Fonte 4), observou os desafios enfrentados pelo esporte devido ao aumento das temperaturas. No Campeonato Mundial de Biatlo em Nove Mesto, República Tcheca, em 2024, o atleta esquiava em uma estreita faixa de neve artificial, cercado por grama e lama, com temperaturas próximas a 10 graus Celsius em fevereiro. O atleta enfatizou a necessidade de os esportes de inverno tomarem uma posição clara sobre a ação climática.
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