Veículos elétricos podem se tornar economicamente competitivos na África mais cedo do que o previsto, possivelmente até 2040, de acordo com uma nova análise. Este desenvolvimento, juntamente com potenciais cortes nas taxas de juros do Federal Reserve e a libertação de um líder da oposição venezuelana da detenção, destaca um cenário global dinâmico no início de 2026.
A viabilidade econômica dos EVs na África é impulsionada pela queda dos custos de baterias e veículos, juntamente com o potencial de carregamento solar fora da rede, de acordo com a MIT Technology Review. Embora apenas uma pequena porcentagem dos carros novos vendidos em todo o continente em 2025 fosse elétrica, a análise sugere que os EVs, incluindo veículos de duas rodas, carros e micro-ônibus, poderiam competir na maioria dos países africanos até 2040. No entanto, os desafios permanecem, incluindo redes instáveis, infraestrutura de carregamento limitada e falta de financiamento acessível.
Enquanto isso, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, pode preparar o terreno para mais cortes nas taxas de juros, mesmo antes do término de seu mandato em maio de 2026, de acordo com a Fortune. Embora a Casa Branca tenha buscado cortes acentuados nas taxas, a postura de Powell ao longo de grande parte de 2025 foi de "esperar para ver". Os economistas esperavam que a maior parte das reduções viesse sob seu sucessor, o indicado para o Fed, Kevin Warsh. No entanto, a deterioração dos dados econômicos pode levar o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) a agir mais cedo.
Na Venezuela, o líder da oposição Jesús Armas foi recentemente libertado da detenção. Leila Fadel, da NPR, conversou com Armas, que expressou: "Sinto esperança", depois de ser mantido em um notório centro de detenção.
Em outras notícias, cientistas estão desenvolvendo novas ferramentas para prever o risco de ataques cardíacos. De acordo com a Time, a doença cardíaca tem sido a principal causa de morte nos EUA desde pelo menos 1950. Uma nova geração de ferramentas, incluindo uma calculadora de risco inédita, visa ajudar as pessoas a entender e agir sobre os sinais de alerta anos antes de um cenário de pior caso. "Esta é uma doença que é impactada pelas escolhas que fazemos na vida", disse o Dr. Matthew Tomey, cardiologista.
Finalmente, Dorceta Taylor, a primeira mulher negra a obter um doutorado pela Yale School of Forestry & Environmental Studies, continua a defender a inclusão e a combater o racismo na ciência, de acordo com a Nature News. Ela criou o primeiro relatório abrangente para monitorar a diversidade racial, de gênero e socioeconômica em 2014.
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