Nove pessoas foram mortas e pelo menos 25 ficaram feridas em um tiroteio em massa em uma escola e casa em Tumbler Ridge, uma comunidade remota na Colúmbia Britânica, Canadá, de acordo com a Royal Canadian Mounted Police (RCMP). O corpo do suspeito também foi encontrado no local, tornando-o um dos ataques a tiros mais mortais da história canadense. O ataque começou na Tumbler Ridge Secondary School às 13:20, horário local, na terça-feira (20:20 GMT), de acordo com a RCMP.
O incidente provocou uma resposta rápida das autoridades, com policiais entrando na escola após receberem relatos de um atirador ativo, conforme mostrado em imagens divulgadas. Detalhes sobre as vítimas e o suspeito não foram divulgados. A BBC World informou que o ataque ocorreu em uma pequena cidade no oeste do Canadá.
Em outras notícias, o ator Cameron Mathison compartilhou sua jornada pessoal de saúde, enfatizando a importância de prestar atenção ao próprio corpo. Durante uma entrevista à Fox News Digital, Mathison, que sobreviveu ao câncer, afirmou que notar mudanças sutis no corpo "salvou minha vida". Ele incentivou outros a serem diligentes com exames e a prestar atenção em seus corpos.
Enquanto isso, um relatório do comissário infantil da Inglaterra revelou que as crianças são rotineiramente expostas a anúncios de injeções e pílulas para perda de peso online. O relatório descobriu que os jovens foram "bombardeados" com anúncios de produtos que afirmam mudar seus corpos e aparência, apesar de esse tipo de publicidade ser proibido. Dame Rachel de Souza, a comissária infantil, disse que as postagens foram "imensamente prejudiciais" para a autoestima dos jovens.
Em um desenvolvimento separado, um julgamento histórico começou na Califórnia, examinando os efeitos da saúde mental do Instagram e do YouTube. Os advogados da autora, identificada como "K.G.M.", argumentaram que as empresas de mídia social criaram "máquinas de vício". Mark Lanier, advogado da autora, afirmou: "Essas empresas construíram máquinas projetadas para viciar os cérebros das crianças, e o fizeram de propósito." Os advogados da Meta e do YouTube argumentaram que o vício de K.G.M. decorreu de outras questões.
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