Uma série de desenvolvimentos legais e financeiros dominou as manchetes, desde um julgamento que examina os efeitos da saúde mental das redes sociais até o fechamento de agências de um grupo bancário e uma multa pesada para um passageiro reincidente que não pagava a passagem de trem. Além disso, um autoproclamado pregador queniano enfrentou acusações relacionadas às mortes de dezenas de pessoas.
Em Los Angeles, começou um julgamento histórico, com advogados acusando Instagram e YouTube de criar "máquinas de vício" projetadas para prejudicar crianças, de acordo com um relatório da BBC Technology. Mark Lanier, representando a autora "K.G.M.", argumentou que seus problemas de saúde mental decorriam do vício em redes sociais. Os advogados da Meta e do YouTube argumentaram que o vício de K.G.M. estava enraizado em outras questões.
Enquanto isso, o Lloyds Banking Group anunciou que fecharia mais 95 agências entre maio de 2024 e março de 2027, conforme relatado pela BBC Business. Essa decisão, que abrange 53 agências Lloyds, 31 Halifax e 11 Bank of Scotland, faz parte de um programa de fechamento em andamento. O grupo afirmou que os clientes desejavam a liberdade de fazer operações bancárias de várias maneiras e ofereceu uma variedade de opções para gerenciar o dinheiro, de acordo com um porta-voz do Lloyds. Uma vez concluídos os fechamentos anunciados, o Lloyds terá 610 agências restantes.
Em outras notícias, um passageiro "descarado" que não pagava a passagem de trem, Charles Brohiri, foi multado em mais de £3.600 por não pagar 112 viagens na Govia Thameslink Railway (GTR) ao longo de quase dois anos, conforme detalhado pela BBC Business. Brohiri, que havia sido proibido de entrar nas estações Thameslink, se declarou culpado de 76 acusações no Tribunal de Magistrados de Westminster. Ele também recebeu uma pena de prisão de três meses, suspensa por 12 meses.
No Quênia, o autoproclamado pregador Paul Mackenzie e outros sete foram acusados pelas mortes de dezenas de pessoas cujos corpos foram descobertos em covas rasas no ano passado, de acordo com a Al Jazeera. As acusações incluíram atividade criminosa organizada, duas acusações de radicalização e duas acusações de facilitar a prática de um ato terrorista.
Finalmente, a questão da fraude alimentar persiste, custando à economia global um valor estimado em US$ 81 bilhões anualmente, de acordo com um relatório da BBC Technology. Os fraudadores costumam ter como alvo alimentos comumente consumidos, como laticínios, mel e itens de alto valor, como azeite. Xaropes à base de plantas podem ser usados para diluir ou substituir o mel genuíno, destacando os desafios contínuos no combate ao crime alimentar.
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