As empresas-mãe do Instagram e do YouTube enfrentam um julgamento histórico na Califórnia, acusadas de criar "máquinas de vício" que prejudicam a saúde mental dos jovens, enquanto o Lloyds Banking Group anunciou planos para fechar mais 95 agências em todo o Reino Unido. O julgamento, que começou esta semana, conta com o testemunho do chefe do Instagram, Adam Mosseri, e deve durar seis semanas, testando argumentos legais que visam responsabilizar as empresas de tecnologia. Enquanto isso, funcionários seniores da Co-op levantaram preocupações sobre uma "cultura tóxica" no nível executivo, e o Lloyds continua a reduzir sua presença física.
O julgamento se concentra em alegações de que plataformas de mídia social como Instagram e YouTube são projetadas para serem viciantes, levando a problemas de saúde mental em menores. Mark Lanier, representando a autora "K.G.M.", argumentou que essas empresas "construíram máquinas projetadas para viciar os cérebros das crianças, e o fizeram de propósito", de acordo com a BBC Technology. Mosseri, no entanto, defendeu sua plataforma, afirmando que o que constitui uso excessivo de mídia social é uma "coisa pessoal", conforme relatado pela BBC Business. Advogados da Meta, a empresa-mãe do Instagram, argumentaram que os problemas de K.G.M. decorreram de outros fatores.
No setor bancário, o Lloyds Banking Group revelou planos para fechar 95 agências entre maio de 2024 e março de 2027. Isso inclui 53 agências do Lloyds, 31 do Halifax e 11 do Bank of Scotland, conforme declarado pela BBC Business. Os fechamentos fazem parte de um programa contínuo, com mais 49 agências programadas para serem fechadas até outubro. Uma vez concluído, o Lloyds terá 610 agências restantes. Um porta-voz do Lloyds observou que o banco oferece várias opções para os clientes gerenciarem seu dinheiro.
Somando-se às notícias, funcionários seniores da Co-op expressaram preocupações sobre uma "cultura tóxica" no nível executivo, citando "medo e alienação" entre os gerentes seniores, de acordo com a BBC Business. Uma carta aos membros do conselho da Co-op reclamou que os funcionários se sentiam assustados em levantar preocupações sobre a direção dos negócios. Várias fontes indicaram que essa cultura levou a más decisões, queda da moral e queda nos lucros.
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