A Comissão Federal de Comércio (FTC) enviou uma carta à Apple, alegando que o aplicativo de curadoria de notícias da gigante da tecnologia pode ter um viés político, enquanto a Câmara dos Representantes dos EUA votou para derrubar as tarifas do ex-presidente Donald Trump sobre produtos canadenses. Esses acontecimentos ocorreram em meio a outras notícias, incluindo o escrutínio de uma ex-Procuradora-Geral e as consequências de um incidente na fronteira envolvendo tecnologia anti-drone.
A carta da FTC, dirigida ao CEO da Apple, Tim Cook, alertou que o Apple News poderia estar violando a Seção 5 da Lei da FTC, que proíbe atos ou práticas desleais ou enganosas, de acordo com a Fox News. A natureza exata do suposto viés não foi detalhada no material de origem.
Enquanto isso, a Câmara dos Representantes votou 219 a 211 para rescindir as tarifas de Trump sobre produtos canadenses, com seis republicanos juntando-se aos democratas em apoio à resolução, de acordo com a BBC World. A votação é em grande parte simbólica, pois requer aprovação do Senado e, em última análise, a assinatura do Presidente, o que é improvável. Trump havia imposto uma série de tarifas ao Canadá, incluindo ameaças de uma taxa de importação de 100%. À medida que a votação ocorria, Trump postou no Truth Social, de acordo com a BBC World.
Em outras notícias, a ex-Procuradora-Geral Pam Bondi enfrentou questionamentos de legisladores sobre o Departamento de Justiça sob sua supervisão. Bondi se recusou a pedir desculpas aos sobreviventes de Jeffrey Epstein, exigindo, em vez disso, um pedido de desculpas dos democratas ao Presidente Trump, de acordo com o NY Times. A audiência, com duração de quatro horas, destacou a importância dos arquivos de Epstein na política americana.
Além disso, os organizadores das Olimpíadas de 2028 em Los Angeles anunciaram que Casey Wasserman permaneceria como chefe dos preparativos, apesar dos apelos por sua renúncia devido ao seu nome aparecer em arquivos relacionados a Epstein, de acordo com o NY Times. O comitê executivo do conselho da LA28 conduziu uma revisão das interações passadas de Wasserman com Epstein e Ghislaine Maxwell antes de tomar sua decisão.
Finalmente, um incidente envolvendo autoridades da Alfândega e Proteção de Fronteiras levou ao fechamento abrupto do espaço aéreo de El Paso. As autoridades implantaram um laser anti-drone sem notificar as autoridades de aviação, de acordo com o NY Times. A Administração Federal de Aviação fechou brevemente o espaço aéreo, uma decisão rapidamente revertida sob a direção da Casa Branca. Altos funcionários da administração alegaram que o fechamento foi em resposta a incursões de drones de cartéis de drogas mexicanos.
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