A economia do Reino Unido teve um final lento em 2025, crescendo 0,1% no último trimestre, um valor inferior ao esperado, enquanto em Bangladesh, eleitores votaram em uma eleição crucial após uma revolta em 2024. Enquanto isso, nos EUA, a Câmara dos Representantes votou para bloquear tarifas impostas ao Canadá, e agricultores espanhóis protestaram contra um acordo comercial em Madri.
De acordo com o Office for National Statistics (ONS), o modesto crescimento econômico do Reino Unido no último trimestre de 2025 foi impulsionado por um aumento na manufatura, já que o crucial setor de serviços não registrou crescimento pela primeira vez em mais de dois anos. O setor da construção civil teve seu pior desempenho trimestral em quatro anos, acrescentou o ONS. Para todo o ano de 2025, a economia cresceu cerca de 1,3%, um ligeiro aumento em relação ao crescimento de 1,1% do ano anterior, mas abaixo da expectativa do Banco da Inglaterra de 1,4%.
Em Bangladesh, eleitores participaram de uma eleição considerada crucial para o futuro da nação. A eleição, a primeira desde a destituição em 2024 da primeira-ministra de longa data, Sheikh Hasina, em uma revolta liderada pela Geração Z, viu candidatos importantes votando em Daca. A disputa colocou o Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP) contra uma coalizão liderada por Jamaat-e-Islami. A eleição foi vista como crucial, pois o país buscou traçar um curso democrático após a revolta que resultou em centenas de mortes.
Do outro lado do Atlântico, a Câmara dos Representantes dos EUA tomou uma rara medida bipartidária, votando para bloquear tarifas que Donald Trump havia imposto ao Canadá no ano passado. A resolução, que foi aprovada por 219 a 211 votos, foi uma repreensão à política comercial da Casa Branca.
Em Madri, centenas de tratores e milhares de agricultores protestaram contra o acordo de livre comércio UE-Mercosul com países da América Latina. O protesto, que ocorreu na quarta-feira, causou interrupções no trânsito, pois os agricultores dirigiram aproximadamente 500 tratores em direção ao Ministério da Agricultura. Os agricultores exigem ação imediata para proteger a segurança alimentar espanhola, citando custos crescentes e regulamentos rigorosos que estão prejudicando seus ganhos.
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