O infostealer Lumma, um malware baseado em nuvem, ressurgiu e está infectando computadores Windows globalmente, apesar dos esforços anteriores das autoridades para eliminá-lo, de acordo com relatos de múltiplas fontes de notícias. O malware, conhecido por seu modelo "malware-as-a-service" e uso de engenharia social, reconstruiu sua infraestrutura e está mais uma vez representando uma ameaça.
O ressurgimento do Lumma foi relatado pela Ars Technica, que observou a capacidade do malware de se espalhar globalmente. O retorno do infostealer destaca os desafios contínuos no combate ao crime cibernético, particularmente quando modelos sofisticados baseados em nuvem são empregados. Os esforços originais de remoção, embora inicialmente bem-sucedidos, provaram ser insuficientes para eliminar completamente a ameaça.
Em outras notícias de tecnologia, alguns proprietários de TVs Samsung OLED estão expressando arrependimento por suas compras devido a problemas de software frustrantes, conforme relatado pelo The Verge. Esses problemas, particularmente com o controle de volume e a troca de entrada, estão impactando a experiência do usuário, apesar da excelente qualidade de imagem das TVs. "Muitos proprietários de TVs Samsung OLED estão se arrependendo de suas compras", de acordo com um editor sênior do The Verge. A insatisfação destaca uma preferência por interfaces de smart TV mais simples, contrastando com experiências mais fáceis de usar encontradas em outras marcas.
Enquanto isso, no reino da inteligência artificial, um usuário construiu com sucesso um sistema distribuído com tolerância a falhas bizantinas, forte consistência e recuperação de falhas usando o modelo de IA Claude em um fim de semana. De acordo com o Hacker News, o usuário descreveu o comportamento desejado e trabalhou nos bugs conversacionalmente sem escrever nenhum código de implementação. A IA gerou 4.749 linhas de código Kotlin e 103 testes unitários aprovados em apenas 50 minutos, demonstrando o potencial da IA no desenvolvimento de software.
Em uma área diferente da tecnologia, um escritor da Wired experimentou o recurso "gravidade zero" de uma estrutura de cama ajustável. O escritor, que possuía a estrutura da cama há anos, nunca havia dormido naquela posição antes. O experimento foi realizado porque o sono se tornou mais sobre fazê-lo certo, com postura e alinhamento se tornando cada vez mais importantes.
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