O ano de 2025 apresentou um quadro econômico misto, com preocupações no mercado de trabalho nos Estados Unidos e um desempenho econômico "moderado" no Reino Unido, de acordo com relatórios divulgados esta semana. Embora o último relatório de empregos dos EUA tenha oferecido uma perspectiva mista, a Chanceler do Reino Unido, Rachel Reeves, reconheceu um crescimento do PIB de apenas 0,1% no último trimestre de 2025, apesar de um crescimento de 1,3% no ano inteiro, de acordo com a BBC Breaking.
O relatório de empregos dos EUA, divulgado em fevereiro de 2026, não ofereceu o "triunfo estrondoso" que alguns antecipavam, de acordo com Caitlin Dewey, redatora e editora sênior da Vox. O relatório pintou uma "situação de ambos/e", explicou Benjy Sarlin, editor sênior da Vox, no Slack dos funcionários da Vox.
Do outro lado do Atlântico, o Reino Unido enfrentou seus próprios desafios econômicos. Reeves destacou a falta de crescimento no setor de serviços e uma queda na construção como fatores contribuintes, mesmo enfatizando o crescimento líder do Reino Unido no G7, de acordo com a BBC Breaking.
Além das preocupações econômicas, outros desenvolvimentos significativos surgiram. De acordo com várias fontes de notícias compiladas pela Nature News, os avanços na inteligência artificial continuaram, com modelos chineses desafiando as contrapartes ocidentais. Novas ferramentas como Hologram v0.7.0 foram lançadas, juntamente com preocupações sobre vulnerabilidades de segurança e demissões na indústria de jogos.
Enquanto isso, o presidente Trump recebeu um troféu de um grupo de lobby de combustíveis fósseis e tentou reviver a indústria do carvão por meio de uma ordem executiva, de acordo com a Ars Technica. Esta ordem determinou que os militares comprassem energia de usinas a carvão, apesar de o carvão ser uma fonte de energia altamente poluente e cara, e apesar da mudança anterior da rede dos EUA em relação ao carvão.
Outras notícias incluíram o Japão sem pandas pela primeira vez em mais de 50 anos, depois que o último par retornou à China, de acordo com a NPR Politics. O sítio do Patrimônio Mundial da UNESCO de Hin Nam No, no Laos, também enfrentou desafios, com seu terreno e significado histórico sendo notados.
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