Protestos eclodiram na Venezuela e Israel viu acusações relacionadas a informações militares serem apresentadas, enquanto uma nova lei no Brasil homenageou um cão leal, e figuras políticas enfrentaram escrutínio no Reino Unido. Estes são alguns dos acontecimentos que fazem manchetes esta semana.
Na Venezuela, ativistas encorajados foram às ruas de várias cidades, incluindo Caracas, para pedir a libertação de presos políticos, de acordo com o The Guardian. Estudantes manifestantes se reuniram na Universidade Central da Venezuela na quinta-feira. Isso segue o que a fonte descreveu como uma "mudança política embrionária" após a recente queda de Nicolás Maduro.
Enquanto isso, em Israel, duas pessoas foram acusadas de supostamente usar informações militares classificadas para fazer apostas na Polymarket, um mercado de previsão com sede nos EUA, relatou a Al Jazeera. O Ministério da Defesa, o serviço de segurança Shin Bet e a polícia emitiram um comunicado conjunto na quinta-feira, afirmando que um civil e um reservista militar eram suspeitos de apostar em futuras operações militares com base em informações às quais o reservista tinha acesso.
Do outro lado do Atlântico, no Brasil, o estado de São Paulo promulgou uma nova lei, informalmente conhecida como Lei Bob Coveiro, homenageando um cão que permaneceu ao lado do túmulo de seu dono por dez anos, conforme relatado pelo The Guardian. A lei permite que animais de estimação sejam enterrados ao lado de seus entes queridos. A lei foi sancionada esta semana pelo governador Tarcísio de Freitas.
No Reino Unido, o ex-líder trabalhista Jeremy Corbyn pediu ao Secretário de Saúde Wes Streeting que cooperasse na exposição da cumplicidade do Reino Unido em Gaza, após a divulgação de mensagens privadas de Streeting reconhecendo os crimes de guerra de Israel, de acordo com a Al Jazeera. Corbyn enviou uma carta a Streeting na quinta-feira, repreendendo o apoio contínuo do governo do Reino Unido a Israel.
Além disso, a recente decisão de Israel de aprofundar seu controle sobre a Cisjordânia ocupada ilegalmente atraiu críticas, vista como um passo em direção à anexação do território palestino, relatou a Al Jazeera. Para o ministro das Finanças israelense, Bezalel Smotrich, isso marca um passo à frente em sua longa jornada para reivindicar a Cisjordânia para Israel.
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