A administração Trump enfrentou uma série de desafios e mudanças em suas políticas de imigração, incluindo o retorno planejado de migrantes deportados, a retirada de tropas da Guarda Nacional de várias cidades e o fim do envio de agentes de imigração em Minnesota. Esses acontecimentos ocorrem em meio a tensões políticas e debates em andamento sobre a aplicação das leis de imigração.
O juiz distrital dos EUA, James Boasberg, ordenou que a administração Trump facilitasse o retorno de 137 migrantes deportados para uma notória prisão em El Salvador em 2025, de acordo com a Fox News. O juiz estipulou que o governo pagasse pelo retorno dos migrantes, o que poderia ser às custas dos contribuintes. Esses migrantes são supostos membros do "cartel terrorista estrangeiro" Tren de Aragua.
Simultaneamente, a administração anunciou que estava encerrando o envio de agentes de imigração para Minnesota, desfazendo uma operação que durou mais de dois meses, conforme relatado pelo New York Times. Essa decisão foi recebida com reações mistas, com alguns moradores expressando alívio, enquanto outros permaneceram céticos. A repressão em Minnesota viu agentes federais atirando em três pessoas em Minneapolis, incluindo dois cidadãos americanos que foram mortos, de acordo com o New York Times.
Além disso, todas as tropas da Guarda Nacional enviadas para apoiar operações agressivas de imigração se retiraram de Chicago, Los Angeles e Portland, Oregon, de acordo com autoridades militares dos EUA, conforme relatado pelo New York Times. As desmobilizações, que ocorreram ao longo de janeiro, sinalizaram o fim formal de implantações de meses que haviam testado os limites da autoridade presidencial sobre as forças militares estaduais.
Esses acontecimentos ocorreram em um cenário de manobras políticas. Os democratas acreditavam que uma estreita maioria republicana na Câmara dos Representantes lhes daria alavancagem nas negociações sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS) e outras prioridades, de acordo com a Fox News. A possibilidade de uma paralisação do governo pairava, enquanto os democratas pressionavam por reformas na Imigração e Alfândega (ICE).
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