Trump Revoga Regras Climáticas, Mercado de Trabalho nos EUA Estagna e Questões Globais Surgem
WASHINGTON, D.C. - Em uma série de acontecimentos significativos, o governo dos Estados Unidos, sob o presidente Donald Trump, reverteu uma importante conclusão científica sobre as emissões de gases de efeito estufa, enquanto o mercado de trabalho dos EUA mostrou sinais de desaceleração. Esses eventos ocorrem enquanto a União Africana lida com as implicações do segundo mandato de Trump, e protestos eclodem na Venezuela.
A administração Trump revogou a "conclusão de perigo" de 2009, uma determinação científica que concluiu que os gases de efeito estufa representavam uma ameaça à saúde pública, de acordo com a BBC Business e Al Jazeera. Essa conclusão serviu como base legal para os esforços federais de regulamentação das emissões, particularmente de veículos. A Casa Branca enquadrou a reversão como a "maior desregulamentação da história americana", alegando que reduziria os custos para as montadoras em US$ 2.400 por veículo. Grupos ambientalistas, no entanto, criticaram a medida como a maior reversão de regulamentações ambientais até o momento.
Simultaneamente, o mercado de trabalho dos EUA mostrou sinais de congelamento. As vagas de emprego e as taxas de contratação caíram para os níveis mais baixos em vários anos, de acordo com a BBC Business. Jacob Trigg, ex-gerente de projetos na indústria de tecnologia, compartilhou sua experiência de se candidatar a mais de 2.000 empregos sem sucesso. "É uma grande surpresa porque sempre consegui um emprego muito facilmente", disse Trigg, destacando os desafios inesperados que muitos estão enfrentando.
A reunião anual da União Africana, que começou na sexta-feira, também está lidando com as realidades do segundo mandato de Trump, de acordo com a Al Jazeera. Embora Trump não estivesse programado para comparecer, sua presença ainda foi sentida, pois delegações dos 55 estados membros discutiram as implicações das políticas do presidente dos EUA.
Na Venezuela, manifestações concorrentes ocorreram em Caracas, enquanto a Assembleia Nacional considerava um projeto de lei que concedia anistia a presos políticos, de acordo com a Al Jazeera. Os protestos, que coincidiram com o Dia Nacional da Juventude da Venezuela, marcaram a primeira grande demonstração de oposição ao governo liderado pela presidente interina Delcy Rodriguez.
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