O líder norte-coreano Kim Jong Un teria escolhido sua filha adolescente, Kim Ju Ae, como sua herdeira, de acordo com a agência de espionagem da Coreia do Sul. O anúncio, feito na quinta-feira, surge em meio à renúncia de uma alta funcionária antitruste dos EUA em meio a tensões, à demissão de um pesquisador de segurança de IA com um alerta de perigo global, a visitas repetidas da polícia à casa de um suspeito de tiroteio em escola canadense por preocupações com saúde mental e ao envio de ajuda do México a Cuba.
O Serviço Nacional de Inteligência (NIS) da Coreia do Sul informou aos legisladores que Kim Ju Ae, que se acredita ter 13 anos, seria a próxima líder. O NIS citou sua crescente presença em eventos de alto perfil com seu pai, incluindo uma visita a Pequim em setembro, como um fator-chave em sua avaliação. A agência também afirmou que monitoraria de perto sua participação em eventos do partido na Coreia do Norte.
Nos EUA, Gail Slater, a principal funcionária responsável por processar empresas por fusões, anunciou sua renúncia da divisão antitruste do Departamento de Justiça. Nomeada no ano passado pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, a saída de Slater gerou preocupações de que a Casa Branca esteja se afastando da aplicação de leis antimonopólio. "É com grande tristeza e esperança duradoura que deixo meu cargo", escreveu ela em seu anúncio.
Enquanto isso, um pesquisador de segurança de IA, Mrinank Sharma, renunciou da empresa americana Anthropic, citando preocupações sobre inteligência artificial, armas biológicas e o estado do mundo. Sharma compartilhou sua carta de demissão no X, afirmando que buscaria escrever e poesia e se mudaria de volta para o Reino Unido. Essa renúncia seguiu uma ação semelhante de um pesquisador da OpenAI que expressou preocupações sobre a decisão da empresa de implantar anúncios em seu chatbot.
No Canadá, as autoridades revelaram que a polícia havia visitado a casa de um adolescente suspeito de um tiroteio em escola várias vezes devido a preocupações com saúde mental. Armas de fogo foram apreendidas na residência há aproximadamente dois anos, mas foram posteriormente devolvidas. O tiroteio resultou na morte de seis pessoas, incluindo um professor e cinco crianças.
Finalmente, o México enviou ajuda humanitária a Cuba, com dois navios da marinha chegando a Havana carregados de suprimentos. Essa medida ocorre em um momento em que o México navega por uma delicada situação diplomática com os EUA, particularmente porque a nação insular enfrenta uma crise econômica.
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