Eis um artigo de notícias que sintetiza as informações fornecidas:
Múltiplas Crises Globais Dominam as Manchetes, com Figuras Chave em Destaque
BRUXELAS/PYONGYANG/DHAKA/KYIV - 13 de fevereiro de 2026 - Uma série de eventos internacionais, que vão desde conflitos militares a transições políticas, dominou as manchetes globais na sexta-feira. A Rússia lançou uma saraivada de mísseis balísticos e drones contra cidades ucranianas, enquanto o Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP) reivindicou a vitória na primeira eleição do país desde 2024. Simultaneamente, o líder norte-coreano Kim Jong Un estaria se preparando para nomear sua filha como sua sucessora, e um alto funcionário dos EUA instou os aliados europeus a assumirem um papel maior em sua própria defesa.
De acordo com a Al Jazeera, as forças russas lançaram 219 drones e 24 mísseis balísticos na noite de quinta-feira, causando vítimas e danos na Ucrânia. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy indicou que Moscou estava hesitante em relação a novas conversas mediadas pelos Estados Unidos. Isso ocorreu quando a guerra entrou em seu 1.450º dia.
Enquanto isso, em Bangladesh, o BNP anunciou sua vitória na recente eleição. A Sky News informou que a unidade de mídia do partido afirmou ter garantido assentos parlamentares suficientes para governar de forma independente. No entanto, os resultados oficiais da Comissão Eleitoral ainda estavam pendentes, embora vários meios de comunicação locais tenham confirmado a vitória do BNP. O BNP é liderado por Tarique Rahman, que retornou a Bangladesh em dezembro, após 17 anos de exílio autoimposto.
Na Coreia do Norte, relatórios de inteligência sugerem que Kim Jong Un está prestes a nomear sua filha adolescente como a próxima líder. A Sky News informou que o anúncio pode ocorrer em um congresso do partido no final deste mês. Especialistas acreditam que a menina, que se acredita se chamar Kim Ju Ae, pode ser nomeada primeira secretária do partido governante.
Em meio a esses acontecimentos, um alto funcionário dos EUA enfatizou a necessidade de os aliados europeus fortalecerem suas próprias capacidades de defesa. Elbridge Colby, o Subsecretário de Guerra dos EUA, disse aos membros da aliança para se prepararem para potenciais ataques simultâneos em várias partes do globo, embora também tenha afirmado que os EUA não estavam abandonando seus aliados da OTAN. "Chegou a hora de os europeus assumirem cada vez mais, passo a passo", disse o ministro da Defesa alemão, de acordo com a Sky News. O Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, esteve notavelmente ausente de uma reunião de ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas, o que alguns aliados descreveram como a perda de uma oportunidade chave.
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