A Marinha dos EUA está enviando o porta-aviões USS Gerald R. Ford para o Oriente Médio, juntando-se ao USS Abraham Lincoln já estacionado na região, de acordo com múltiplas fontes. Essa medida, confirmada por três autoridades dos EUA, colocará dois dos porta-aviões mais avançados da Marinha na área, enquanto as tensões com o Irã continuam a aumentar.
O USS Gerald R. Ford, o porta-aviões mais novo e avançado da Marinha, deve partir do Caribe, onde está estacionado desde novembro como parte de um acúmulo militar perto da Venezuela. Durante sua estadia no Caribe, o grupo de ataque do porta-aviões conduziu inúmeros ataques a supostos barcos de tráfico de drogas e capturou o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, de acordo com a CBS News. O Ford será acompanhado por três contratorpedeiros, conforme relatado pela ABC News.
O envio ocorre depois que o presidente Donald Trump indicou em uma entrevista à Axios que estava considerando enviar um segundo porta-aviões para o Oriente Médio se as negociações com o Irã sobre seu programa nuclear não tivessem sucesso, relatou a ABC News. A região é supervisionada pelo Comando Central das Forças Armadas dos EUA, observou a CBS News.
Em outras notícias, a busca está se intensificando por Nancy Guthrie, mãe da apresentadora do programa "Today", Savannah Guthrie, que teria sido sequestrada de sua casa em Tucson, Arizona, em 1º de fevereiro de 2026, de acordo com a ABC News. O FBI divulgou fotos e vídeos de uma pessoa armada com uma máscara perto de sua casa, parecendo adulterar uma câmera de segurança.
Enquanto isso, o México está enfrentando uma possível perda de seu status de eliminação do sarampo devido a um aumento nos casos, relatou a ABC News. Desde o início do ano passado, mais de 9.100 casos de sarampo foram confirmados, com pelo menos 28 mortes, de acordo com a Secretaria de Saúde do México. A maioria dos casos ocorreu em crianças entre 1 e 9 anos.
Em Porto Rico, a governadora assinou um projeto de lei reconhecendo os bebês não nascidos como seres humanos, o que os oponentes argumentam que poderia levar à proibição do aborto no território dos EUA, relatou a Fox News. A governadora Jenniffer González afirmou que a medida "visa manter a consistência entre as disposições civis e criminais, reconhecendo a criança não nascida como um ser humano".
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