O Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP) garantiu uma vitória majoritária na primeira eleição do país desde a revolta liderada pela Geração Z em 2024, enquanto em outros desenvolvimentos internacionais, os EUA e Taiwan finalizaram um acordo comercial e um alto funcionário de Washington instou os aliados europeus a assumirem um papel maior em sua própria defesa. A vitória do BNP, anunciada em 13 de fevereiro de 2026, lhes dá uma maioria de dois terços, suficiente para formar o próximo governo. Simultaneamente, os EUA e Taiwan finalizaram um acordo comercial para reduzir as tarifas sobre as exportações taiwanesas, e um alto funcionário americano enfatizou a necessidade de as nações europeias fortalecerem suas próprias defesas.
A vitória do BNP marca uma mudança significativa no cenário político de Bangladesh. Tarique Rahman, o candidato a primeiro-ministro do BNP, retornou a Bangladesh em dezembro, após 17 anos de autoexílio em Londres. Os resultados da eleição trazem o potencial de estabilidade após a destituição da ex-primeira-ministra Sheikh Hasina, de acordo com a Sky News.
Em outras notícias internacionais, os EUA e Taiwan chegaram a um acordo comercial. O acordo, finalizado na quinta-feira, reduziu a tarifa geral sobre os produtos taiwaneses de 20% para 15%, igualando o nível de parceiros comerciais asiáticos como Coreia do Sul e Japão. Em troca, Taiwan concordou em comprar aproximadamente US$ 85 bilhões em energia, aeronaves e equipamentos dos EUA, conforme relatado pela Al Jazeera.
Enquanto isso, um alto funcionário dos EUA, Elbridge Colby, Subsecretário de Guerra dos EUA, dirigiu-se aos ministros da defesa da OTAN, instando as nações europeias a assumirem um papel mais ativo em sua própria defesa. Colby afirmou que a aliança deve estar preparada para que potenciais inimigos ataquem simultaneamente em diferentes partes do globo, mas esclareceu que os EUA não estavam abandonando seus aliados. "Chegou a hora de os europeus assumirem cada vez mais, passo a passo", disse o ministro da defesa alemão, de acordo com a Sky News.
A reunião dos ministros da defesa da OTAN em Bruxelas foi notável pela ausência de Pete Hegseth, o Secretário de Guerra dos EUA. Um aliado comentou que Hegseth estava "perdendo uma boa festa" ao faltar à cúpula, embora outros aliados tenham minimizado a ausência.
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