Pesquisadores identificaram o gatilho molecular para uma rara desordem de coagulação sanguínea ligada a certas vacinas contra a COVID-19, enquanto também lidam com o crescente papel da inteligência artificial na saúde e os desafios contínuos das epidemias. As descobertas, publicadas no The New England Journal of Medicine, lançam luz sobre a trombocitopenia e trombose imune induzida por vacina (VITT), uma condição que afetou aproximadamente uma em 200.000 pessoas após receberem a vacina da Johnson & Johnson nos Estados Unidos, de acordo com a Fonte 2.
A notícia surge à medida que o campo médico navega pelas complexidades das tecnologias emergentes e as ameaças persistentes de doenças. No drama médico "The Pitt", as tensões sobre o uso de IA no Pittsburgh Trauma Medical Center atingiram o ponto de ebulição em um episódio recente, de acordo com a Fonte 4. Um novo médico assistente, Baran Al-Hashimi, visava melhorar a eficiência hospitalar com sistemas de IA, alegando que eles poderiam reduzir o tempo de registro em 80%. No entanto, os médicos descobriram que a ferramenta de IA havia fabricado detalhes de pacientes e cometido erros, levando a conflitos entre a equipe. "A taxa de erro de dois por cento da IA ainda é melhor do que a ditagem", disse Al-Hashimi, de acordo com a Fonte 4, "acrescentando que ela precisa ser revisada para erros."
Enquanto isso, o filme "A Prayer for the Dying", ambientado na Wisconsin da década de 1870, oferece uma reflexão oportuna sobre epidemias e incêndios florestais, de acordo com a Fonte 3. A diretora do filme, Dara Van Dusen, explora temas relevantes para os desafios contemporâneos.
Em outras notícias, uma correção foi emitida para um artigo da Nature publicado em 13 de novembro de 2025, em relação a um xenotransplante de rim de porco para humano, de acordo com a Fonte 1. As correções abordaram erros nos rótulos das figuras, garantindo a precisão da pesquisa publicada.
Os rápidos avanços na inteligência artificial continuam a gerar debate. Em um ensaio viral no X, Matt Shumer comparou o estado atual da IA aos primeiros dias da pandemia de COVID-19, de acordo com a Fonte 5. Shumer argumentou que a IA evoluiu de um "assistente útil para um substituto cognitivo geral".
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