A administração Trump tomou medidas significativas para desmantelar as regulamentações sobre mudanças climáticas, incluindo a revogação de uma conclusão chave que sustentava restrições às emissões de gases de efeito estufa, de acordo com múltiplos relatórios. Esta ação, anunciada em 12 de fevereiro de 2026, pela Agência de Proteção Ambiental (EPA), mina as regras existentes e pode ter consequências de longo alcance para os esforços de redução das emissões de carbono, conforme relatado pelo The Verge.
A ação da EPA envolveu a reversão da conclusão de perigo de 2009, uma decisão crucial que considerava as mudanças climáticas uma ameaça à saúde dos americanos, conforme detalhado pela Vox. Esta decisão, tomada em conjunto com o administrador da EPA, Lee Zeldin, efetivamente enfraqueceu a capacidade do governo federal de combater as mudanças climáticas, de acordo com a Vox. As ações da administração foram recebidas com críticas, com especialistas sugerindo que a medida poderia exacerbar os impactos das mudanças climáticas globalmente, dada a contribuição significativa dos EUA para a poluição por carbono, conforme observado pelo The Verge.
A reversão da conclusão de perigo deve enfrentar desafios legais. Umair Irfan, da Vox, observou que ações judiciais são antecipadas em resposta às ações da administração. A decisão faz parte de um padrão mais amplo da abordagem da administração Trump em relação às mudanças climáticas, que foi descrita como alinhada com as próprias mudanças climáticas, de acordo com a Vox.
Em outras notícias, um juiz bloqueou o Departamento de Defesa de remover os benefícios militares do senador Mark Kelly, e a Câmara aprovou o SAVE America Act, um projeto de lei de reforma eleitoral, de acordo com a Time. A Suíça também está se preparando para um referendo de verão sobre uma proposta para limitar sua população a 10 milhões devido a preocupações com a imigração, informou a Time.
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