O USS Gerald R. Ford foi ordenado para o Oriente Médio, marcando o segundo envio de um porta-aviões para a região em meio ao aumento das tensões, de acordo com a Fox News. Este desenvolvimento, confirmado por um funcionário dos EUA, ocorre enquanto o presidente Donald Trump considera uma potencial ação militar contra o Irã.
O USS Ford, que iniciou seu envio em junho de 2025, foi redirecionado do Mar do Caribe. O porta-aviões USS Abraham Lincoln e três contratorpedeiros de mísseis guiados chegaram ao Oriente Médio mais de duas semanas antes, informou a Fox News.
Em outras notícias internacionais, o líder norte-coreano Kim Jong Un teria selecionado sua filha, Kim Ju Ae, como sua herdeira, de acordo com a agência de espionagem da Coreia do Sul. Kim Ju Ae, que se acredita ter 13 anos, tem sido cada vez mais visível em eventos de alto perfil com seu pai, incluindo uma recente viagem a Pequim. O Serviço Nacional de Inteligência (NIS) citou sua crescente presença pública como um fator-chave em sua avaliação, conforme relatado pela BBC World. O NIS também afirmou que monitoraria sua participação em próximos eventos do partido norte-coreano.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, um alto funcionário antitruste está renunciando em meio a tensões relatadas com o governo Trump. Gail Slater, que liderou a divisão antitruste do Departamento de Justiça (DOJ), anunciou sua saída nas redes sociais, afirmando: "É com grande tristeza e esperança duradoura que deixo meu cargo", de acordo com a BBC Business. Sua renúncia gerou preocupações entre os críticos que acreditam que isso sinaliza um enfraquecimento da aplicação anti-monopólio.
Em outros lugares, o México enviou ajuda humanitária a Cuba, conforme relatado pelo The Guardian. Dois navios da marinha mexicana chegaram a Havana, transportando suprimentos muito necessários. Essa medida ocorre enquanto o México navega por uma delicada situação diplomática com os Estados Unidos, particularmente dados os desafios econômicos que Cuba enfrenta.
Finalmente, na Venezuela, ativistas encorajados foram às ruas, de acordo com o The Guardian. Manifestantes se reuniram em cidades de todo o país, incluindo Caracas, para exigir a libertação de presos políticos. Isso segue a recente queda de Nicolás Maduro, com os manifestantes desfrutando de maior liberdade de expressão. Estudantes manifestantes se reuniram na Universidade Central da Venezuela, em Caracas, para pedir a libertação de todos os presos políticos, conforme relatado pelo The Guardian.
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