A SpaceX lançou sua missão Crew-12 na sexta-feira, 13 de fevereiro, enviando quatro astronautas para a Estação Espacial Internacional (ISS) de Cabo Canaveral, Flórida, de acordo com a NPR News. O lançamento, que utilizou um foguete Falcon 9, incluiu astronautas da NASA, da Agência Espacial Europeia e da Rússia, marcando um passo significativo na colaboração internacional contínua na exploração espacial.
A missão, originalmente programada após a missão lunar Artemis II da NASA, foi antecipada devido a atrasos com o foguete da missão lunar e, em seguida, adiada novamente devido às condições climáticas, de acordo com a CBS News. A tripulação, composta pelos astronautas da NASA Jack Hathaway e Jessica Meir, pelo cosmonauta russo Andrey Fedyaev e pela astronauta da Agência Espacial Europeia Sophie Adenot, substituirá uma tripulação que retornou mais cedo devido a um problema médico, conforme relatado pela CBS News e NPR News.
O lançamento ocorreu em meio a uma tripulação reduzida da ISS e seguiu a primeira evacuação médica da história do laboratório orbital, destacando as complexidades da cooperação internacional na exploração espacial, de acordo com a NPR News. A missão ressalta os esforços globais em andamento no espaço, com implicações para a pesquisa científica e a cooperação internacional, conforme declarado pela NPR News.
Enquanto a missão Crew-12 estava em andamento, outros desenvolvimentos também estavam estampando as manchetes. A Helion, uma startup de energia de fusão, alcançou um marco significativo ao aquecer plasma em seu reator Polaris a 150 milhões de graus Celsius usando combustível deutério-trítio, de acordo com a TechCrunch. Este avanço posiciona a Helion como uma das principais candidatas na corrida para fornecer energia de fusão, visando a conexão à rede até 2028, impulsionada por investimentos substanciais na crescente indústria de fusão, conforme relatado pela TechCrunch.
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