Robert F. Kennedy Jr., um ano após sua posse como Secretário de Saúde e Serviços Humanos, foi criticado por não cumprir promessas feitas durante sua confirmação, de acordo com a NPR News. Simultaneamente, o governo Trump reverteu uma regulamentação ambiental chave, atraindo críticas de grupos ambientalistas e do ex-presidente Obama, conforme relatado pela BBC World. Esses acontecimentos ocorrem em meio a preocupações contínuas sobre desinformação em relação à saúde e às mudanças climáticas.
Kennedy, que tomou posse em 13 de fevereiro de 2025, no Salão Oval, garantiu sua posição após fazer garantias públicas e privadas a senadores dos EUA, de acordo com a NPR News. No entanto, desde então, ele foi acusado de não cumprir esses compromissos.
Enquanto isso, a decisão do governo Trump de revogar uma decisão da era Obama de 2009, que declarou os gases de efeito estufa uma ameaça à saúde pública, foi recebida com forte oposição. A Casa Branca saudou a medida como a maior desregulamentação da história americana, conforme relatado pela BBC World. Essa reversão, que sustenta os esforços federais para reduzir as emissões, deve enfrentar desafios legais. O ex-presidente Obama argumentou que a decisão prejudicará a saúde pública e dificultará os esforços contra as mudanças climáticas, de acordo com a BBC World.
O clima atual também vê a disseminação de desinformação em relação às diretrizes dietéticas, de acordo com a MIT Technology Review. Alguns influenciadores e indivíduos em posições de poder estão promovendo dietas extremas, como a dieta carnívora, que prioriza a carne e desconsidera os benefícios de vegetais e nutrição balanceada. Essa tendência contradiz as recomendações dietéticas tradicionais e levanta preocupações de saúde pública.
Em notícias relacionadas à saúde, pesquisadores descobriram o gatilho molecular para uma rara doença de coagulação sanguínea ligada a algumas vacinas contra a COVID-19, de acordo com a Nature News. A síndrome, conhecida como trombocitopenia e trombose imune induzida por vacina (VITT), afetou aproximadamente uma em cada 200.000 pessoas após receber uma vacina fabricada pela Johnson & Johnson nos Estados Unidos. A condição rara também foi relatada em cerca de três em cada 100.000 pessoas que receberam outras vacinas.
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