O segundo mandato de Donald Trump foi marcado por mudanças significativas na política externa, regulamentações domésticas e iniciativas de saúde, de acordo com múltiplos relatos de notícias. A administração do ex-presidente enfrentou escrutínio sobre suas ações militares na Somália, decisões sobre aprovações de vacinas e sua postura em relação às mudanças climáticas, ao mesmo tempo em que navegava em complexas relações internacionais.
Uma das campanhas militares mais extensas do segundo mandato de Trump envolveu a Somália, onde os EUA conduziram mais de 100 ataques aéreos no ano anterior, de acordo com a Vox. Essa campanha, no entanto, recebeu relativamente pouca atenção pública.
Internamente, as ações da administração Trump em relação à saúde e às regulamentações ambientais geraram críticas. O Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., enfrentou críticas por não cumprir as promessas feitas durante sua confirmação, de acordo com a NPR News. Além disso, a administração enfrentou escrutínio sobre sua postura em relação às mudanças climáticas, incluindo a reversão de uma decisão sobre gases de efeito estufa, conforme relatado pela NPR News.
No âmbito das aprovações de vacinas, Vinay Prasad, um importante regulador de vacinas da FDA, bloqueou uma revisão da vacina contra a gripe mRNA da Moderna, apesar das objeções de cientistas da agência, de acordo com relatos da Stat News e do The Wall Street Journal, conforme relatado pela Ars Technica. A decisão de Prasad, que teria resultado de preocupações sobre a vacina comparadora usada no ensaio, anulou cientistas de carreira que estavam preparados para revisar a vacina.
Internacionalmente, a abordagem da administração Trump em relação à segurança europeia levantou questões. O Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, faltou a uma cúpula da OTAN em Bruxelas, provocando especulações sobre o compromisso dos EUA com a segurança europeia, de acordo com a Sky News. Isso ocorreu um ano depois que Hegseth alertou os aliados sobre uma potencial mudança no foco dos EUA, instando a Europa a assumir a liderança em sua própria defesa. O ministro da Defesa alemão enfatizou a necessidade de a OTAN se tornar "mais europeia", de acordo com a Sky News.
No Oriente Médio, os EUA propuseram um plano no final de 2023 para estabelecer forças de segurança palestinas e internacionais em Gaza após a guerra, com o objetivo de evitar o ressurgimento do Hamas e promover um horizonte político para um Estado palestino, de acordo com a NPR Politics. No entanto, apesar de um cessar-fogo declarado, a implementação desses planos foi adiada. A administração Trump deveria anunciar uma força de estabilização internacional e esforços de reconstrução, enquanto os EUA enfrentavam desafios na preparação de uma nova força de segurança palestina, de acordo com a NPR Politics.
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