A inflação nos Estados Unidos arrefeceu em janeiro, atingindo o seu nível mais baixo em nove meses, de acordo com novos dados divulgados pelo Bureau of Labor Statistics. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) subiu 2,4% em janeiro em comparação com o ano anterior, um número que desafiou as expectativas dos economistas e indicou o abrandamento das pressões sobre os preços em todo o país, conforme relatado pela CBS News e pela ABC News.
A leitura do CPI de janeiro, representando o ritmo mais lento de inflação desde maio de 2025, caiu em relação à taxa anual de 2,7% de dezembro, de acordo com a CBS News. Economistas consultados pela empresa de dados financeiros FactSet previram um aumento de 2,5% para janeiro. "O fato de as pressões sobre os preços em janeiro terem sido contidas é notável, dada a habitual pressão de alta dos reajustes anuais de preços e dos efeitos sazonais", disse Lydia Boussour, economista sênior da EY-Parthenon, em um relatório, conforme citado pela CBS News.
Embora a taxa de inflação tenha diminuído, ela permanece quase meio ponto percentual acima da taxa-alvo do Federal Reserve de 2%, conforme observado pela ABC News. A acessibilidade continua a ser uma preocupação para muitos americanos, especialmente à medida que o calendário político se aproxima da época das eleições, de acordo com a ABC News. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, elogiou o relatório sobre a inflação, informou a ABC News.
Em outras notícias, o Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP), de centro-direita, garantiu uma maioria esmagadora no parlamento, 18 meses após protestos em massa terem destituído a primeira-ministra que mais tempo ficou no cargo no país, Sheikh Hasina, de acordo com a BBC World. O líder do BNP, Tarique Rahman, deverá ser o próximo primeiro-ministro e enfrenta desafios econômicos significativos.
Além disso, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a revogação da chamada constatação de perigo, uma decisão científica fundamental da era Obama que sustenta grande parte da legislação ambiental dos EUA, de acordo com a BBC World. Especialistas preveem vários impactos ambientais e econômicos como resultado desta decisão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), que deverá ser contestada nos tribunais por grupos ambientalistas.
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