O Supremo Tribunal britânico decidiu na sexta-feira que a proibição governamental ao grupo pró-Palestina Palestine Action era ilegal, embora a proibição permaneça em vigor enquanto aguarda recurso. O tribunal determinou que a decisão, implementada em julho passado, foi desproporcional e violou os direitos de liberdade de expressão, de acordo com a Time.
A decisão, proferida pelos juízes Victoria Sharp, Jonathan Swift e Karen Steyn, afirmou que a "natureza e escala das atividades da Palestine Action" não cumpriam os critérios para uma organização terrorista. O tribunal propôs "emitir uma ordem anulando a decisão da Secretária do Interior de proibir a Palestine Action", conforme relatado pela Time. A ex-Secretária do Interior, Yvette Cooper, que agora atua como Secretária das Relações Exteriores, foi considerada não ter seguido suas próprias políticas ao tomar a decisão, de acordo com a mesma fonte.
A Palestine Action é uma organização que promove sua causa política por meio da criminalidade e do incentivo à criminalidade, de acordo com a Time. O tribunal reconheceu que "um número muito pequeno de suas ações constituiu ação terrorista dentro da definição na seção 1(1) da Lei de 2000", conforme declarado na decisão.
A decisão do tribunal surge em meio a um cenário complexo de preocupações internacionais, incluindo conflitos em andamento, conforme relatado pela NPR News. A decisão contra a proibição governamental da Palestine Action é um dos principais desenvolvimentos, juntamente com a condenação de homens por um ataque planejado inspirado no ISIS e a prisão de um jornalista palestino, de acordo com a mesma fonte. As discussões continuam em relação à futura governança de Gaza, também.
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