O Príncipe Harry expressou seu apoio às famílias que estão processando grandes empresas de mídia social, enquanto uma cidade canadense lida com a dor após um tiroteio em massa, e um tribunal do Reino Unido decidiu contra a proibição governamental de um grupo pró-Palestina. Além disso, uma gigante da logística substituiu seu diretor executivo em meio a escrutínio sobre laços com Jeffrey Epstein.
Na Califórnia, o Príncipe Harry agradeceu às famílias enlutadas por compartilharem suas histórias em uma batalha legal contra o Instagram e o YouTube, de acordo com a BBC Technology. O Duque de Sussex fez as observações durante um julgamento que examina se as plataformas prejudicam a saúde mental dos jovens. As famílias alegam que as plataformas são viciantes por design, uma alegação rejeitada pelos advogados do YouTube e da Meta, proprietária do Instagram. O Príncipe Harry expressou esperança por "verdade, justiça e responsabilidade" em imagens compartilhadas pela BBC Technology.
Enquanto isso, a cidade canadense de Tumbler Ridge está abalada por um tiroteio em massa. De acordo com o The Guardian, a comunidade busca união diante da tragédia. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, estava programado para se juntar aos enlutados na sexta-feira, enquanto as famílias compartilhavam sua perda em um dos tiroteios em massa mais mortais do Canadá. O The Guardian também relatou que Sarah Lampert, mãe de uma das crianças mortas, fez uma declaração pública.
No Reino Unido, o Tribunal Superior de Londres considerou ilegal a proibição do governo ao grupo de campanha pró-Palestina, Palestine Action, relatou a Al Jazeera. A proibição, implementada em julho do ano anterior, foi em resposta aos protestos do grupo contra as ações de Israel em Gaza e o apoio do Reino Unido a Israel. O governo trabalhista, liderado pelo primeiro-ministro Keir Starmer, havia designado o grupo como uma organização terrorista.
Finalmente, a DP World, uma gigante da logística com sede nos Emirados Árabes Unidos, nomeou um novo presidente e CEO, de acordo com a Al Jazeera. A mudança ocorreu após escrutínio sobre os laços do ex-chefe da empresa, Sultan Ahmed bin Sulayem, com o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein. Essa Kazim foi nomeado presidente, e Yuvraj Narayan tornou-se o CEO do grupo, anunciou o Dubai Media Office.
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