As Nações Unidas acusaram as Forças de Apoio Rápido (RSF) de cometer crimes de guerra na cidade sudanesa de el-Fasher, enquanto colonos israelenses feriram dezenas de palestinos em uma onda de ataques na Cisjordânia ocupada, de acordo com relatos divulgados na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026. Simultaneamente, Cuba lutava com a escassez de combustível exacerbada pelo bloqueio dos EUA, e a pressão aumentava sobre as plataformas de tecnologia para censurar conteúdo relacionado ao US Immigration and Customs Enforcement (ICE).
O Gabinete do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos afirmou em um relatório que há "motivos razoáveis para acreditar que as RSF e grupos armados aliados cometeram atos que equivalem a crimes de guerra" durante sua tomada de el-Fasher no ano passado. O relatório, divulgado na sexta-feira, não especificou a natureza exata dos supostos crimes. Na Cisjordânia, pelo menos 54 palestinos ficaram feridos quando colonos israelenses atacaram várias cidades e vilas, destruindo oliveiras e vandalizando propriedades, de acordo com a Al Jazeera. Esses ataques ocorreram sob a proteção do exército israelense.
Enquanto isso, Cuba enfrentava uma crise energética cada vez mais profunda devido à escassez de combustível. As autoridades de aviação alertaram sobre o fornecimento limitado de combustível de aviação, levando a potenciais interrupções para voos de longa distância. O transporte público paralisou e os bancos reduziram suas horas de operação. O México prometeu esforços diplomáticos para ajudar a retomar os embarques de petróleo, de acordo com a Euronews.
Em outras notícias, as empresas de tecnologia enfrentaram pressão crescente para censurar conteúdo relacionado ao ICE. Defensores alegaram que as plataformas estavam cedendo às demandas de funcionários de Trump para remover informações sobre críticos do ICE, alegando que os oficiais do ICE estavam sendo "doxxed" ou de outra forma colocados em perigo. Processos iniciais mostraram que as plataformas haviam cumprido, embora especialistas tenham dito que poderiam recusar essas demandas sem uma ordem judicial, conforme relatado pela Ars Technica.
Somando-se às complexidades, uma cisão parecia estar se formando entre Donald Trump e Israel. Trump criticou o presidente israelense Isaac Herzog, afirmando que ele deveria estar "envergonhado de si mesmo" por não perdoar alguém, de acordo com a Sky News. Essa divergência levantou preocupações sobre possíveis mudanças na política dos EUA em relação à região.
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