A inflação nos Estados Unidos arrefeceu em janeiro, atingindo o ritmo mais lento desde maio, de acordo com o Departamento do Trabalho. O índice de preços ao consumidor subiu 2,4% nos 12 meses até janeiro, abaixo dos 2,7% do mês anterior, impulsionado pela queda dos preços da energia e dos carros usados, conforme relatado pela BBC Business. Esta notícia econômica positiva surge quando o relatório do IPC de janeiro ofereceu sinais encorajadores para os consumidores e a economia, com o índice caindo abaixo das expectativas de Wall Street, conforme observado pela CBS News.
O arrefecimento da inflação pode proporcionar alívio financeiro para os consumidores com orçamentos apertados, disseram especialistas. A inflação teve uma média de 2,6% em taxa anualizada de novembro a janeiro, em comparação com quase 2,9% de julho a setembro, de acordo com a CBS News. Heather Long, economista-chefe da Navy Federal Credit Union, afirmou que "a inflação caiu para o nível mais baixo desde maio, e itens-chave como alimentos, gasolina e aluguel estão arrefecendo", proporcionando "alívio muito necessário para famílias de classe média e de baixa renda".
A queda da inflação pode alimentar os argumentos do presidente dos EUA, Donald Trump, e de outros, de que o banco central está em posição de cortar as taxas de juros sem provocar um novo surto de preços, informou a BBC Business. No entanto, alguns analistas alertaram que o progresso adicional em direção à meta de 2% do Federal Reserve pode estagnar nos próximos meses se as empresas começarem a repassar os custos das tarifas mais totalmente aos consumidores ou se a escassez de mão de obra aumentar os preços.
Em outras notícias, o Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP), de centro-direita, garantiu uma maioria esmagadora no parlamento, 18 meses após protestos em massa terem derrubado a primeira-ministra que mais tempo serviu no país, Sheikh Hasina, de acordo com a BBC World. O líder do BNP, Tarique Rahman, deverá ser o próximo primeiro-ministro e enfrenta enormes desafios para colocar a economia de volta nos trilhos.
Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a revogação da chamada constatação de perigo, uma decisão científica fundamental da era Obama que sustenta grande parte da legislação ambiental dos EUA, conforme relatado pela BBC World. Como resultado, os especialistas estão prevendo vários impactos ambientais e econômicos, embora a decisão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) deva ser contestada nos tribunais por grupos ambientalistas. A mudança significa uma regulamentação mais frouxa dos gases de efeito estufa para a indústria automotiva dos EUA.
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