O Tribunal Superior britânico decidiu na sexta-feira que a proibição governamental do grupo pró-Palestina Palestine Action como organização terrorista era ilegal, embora a proibição permaneça em vigor aguardando recurso. A decisão do tribunal seguiu-se aos protestos do grupo contra o apoio militar britânico a Israel, que levaram a inúmeras prisões e acusações ao abrigo da Lei do Terrorismo, de acordo com várias fontes de notícias.
A decisão, proferida pelos juízes Victoria Sharp e Jonathan, considerou que a decisão inicial do governo de proibir o Palestine Action não cumpria os critérios necessários, de acordo com a NPR News. As atividades do grupo, que incluíam protestos e manifestações, foram consideradas insuficientes para justificar a designação de terrorista. A decisão do tribunal surgiu depois de ativistas do Palestine Action terem sido acusados por uma invasão na RAF Brize Norton em 20 de junho de 2026, onde aeronaves foram danificadas com tinta spray, conforme relatado pela Associated Press.
Embora o Tribunal Superior tenha considerado a proibição ilegal, ela foi mantida em vigor aguardando uma nova audiência, enquanto o governo prepara um recurso, informou a NPR News. Isso permite que o governo prepare seu caso e potencialmente forneça mais evidências para apoiar a proibição.
Em outras notícias, o Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP), liderado por Tarique Rahman, garantiu uma vitória majoritária decisiva na primeira eleição de Bangladesh desde a revolta de 2024, de acordo com a Sky News. Esta vitória, após o retorno de Rahman do exílio e a morte de sua mãe, a ex-primeira-ministra Khaleda Zia, é vista como crucial para restaurar a estabilidade política no país.
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